
O medicamento para rejeição do rim transplantado pode ser usado em todos os hospitais habilitados para o transplante do órgão. O Ministério da Saúde informou que o remédio possibilita rápida recuperação do paciente e auxilia na melhora da qualidade de vida.
O Sistema Único de Saúde irá disponibilizar o medicamento a partir de agosto. Anualmente serão destinados R$ 10 milhões a mais para aquisição do medicamento e para realização do exame.
A previsão do ministério é que sejam realizados este ano 5.236 transplantes de rim pelo SUS, 15% a mais que os 4.553 registrados no ano passado. O cálculo é que 1.571 pacientes possam apresentar rejeição aguda ao órgão recebido.

Levantamento do Ministério da Saúde (MS) aponta que o custo de internações por acidentes com motociclistas pagas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em 2011, foi 113% maior do que em 2008, passando de R$ 45 milhões, há quatro anos, para R$ 96 milhões, no ano passado.
O crescimento dos gastos acompanha o aumento das internações, que passou de 39.480 para 77.113 hospitalizados no período. Segundo dados do MS, o número de mortes por este tipo de acidente aumentou 21% nos últimos anos – de 8.898 motociclistas em 2008 para 10.825 óbitos em 2010. Homens representaram 89% das mortes de motociclistas, em 2010. Os jovens são as principais vítimas: cerca de 40% dos óbitos estão entre a faixa etária de 20 a 29 anos. O percentual chega a 88% na faixa etária de 15 a 49 anos.
“O Brasil está definitivamente vivendo uma epidemia de acidentes de trânsito e o aumento dos atendimentos envolvendo motociclistas é a prova disso. Estamos trabalhando para aperfeiçoar os serviços de urgência no SUS, mas é inegável que essa epidemia está pressionando a rede pública”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Read the rest of this entry »

Documento conseguido pelo UOL Notícias aponta falhas graves no atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) em São Paulo. De acordo com a reportagem do portal, 76% dos partos realizados no estado são feitos sem anestesia. A pesquisa, realizada pela Secretaria Estadual de Saúde do estado e mantida em segredo por três meses mostra também que pelo menos 30% dos pacientes demoraram até seis meses para fazer um procedimento de alta complexidade, como quimioterapia, hemodiálise ou cateterismo.