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Hospital de Ibirataia continua na mídia do Bahia Notícias‏

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De acordo com matéria publicada no jornal Tribuna da Bahia, o Hospital Antonio Firmo Leal, em Ibirataia, no sul do estado, utilizava de dados de centenas de pacientes com fichas na unidade para forjar procedimentos médicos. Atendimentos eram adulterados dando origem a cirurgias e internamentos fantasmas para receber repasse maior do Sistema Único de Saúde (SUS). O episódio veio à tona quando o número de infecções chegou a sinalizar um surto, a ponto de o município ser apontado como o quinto no Estado por internamento no tratamento de doenças infecciosas. O fato chamou a atenção da Secretaria Saúde de Ibirataia, que, ao entrevistar pacientes fichados, descobriu que o motivo pelo qual deram entrada no hospital era completamente diferente do que constava no prontuário médico. A fraude foi descoberta em 2008, e o inquérito da investigação realizada pela Polícia Federal (PF) de Ilhéus ainda está em fase de apuração. Enquanto isso, o hospital se valeria dos trâmites jurídicos para continuar a fraudar cirurgias, segundo Luedy. “Identificamos mais irregularidades recentemente. Dentre as fraudes, em dezembro do ano passado uma gestante deu entrada com um sangramento e o registro aponta pielonefrite, que é uma inflamação renal. Em julho último, também há cirurgias fantasmas”, contou o secretário de saúde de Ibirataia, Victor Fair Luedy.

[Bahia Notícias]

Novas denúncias contra Dr. Bruno Araújo – Ibirataia

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[Matéria publicada no Jornal Tribuna da Bahia de 1° de novembro de 2010]

Por Odília Martins

Dados de centenas de pacientes atendidos no Hospital Antonio Firmo Leal, em Ibirataia, a 337 quilômetros de Salvador, foram usados para forjar procedimentos médicos. Atendimentos eram adulterados dando origem a cirurgias e internamentos fantasmas. Dessa forma, a unidade filantrópica recebia ilegalmente verba federal do Sistema Único de Saúde (SUS).

O episódio veio à tona quando o número de infecções chegou a sinalizar um surto a ponto de o município ser apontado como o quinto no Estado por internamento no tratamento de doenças infecciosas. Embora as secretarias municipal e estadual de saúde e o Ministério da Saúde tenham realizado auditoria no ano passado, a fraude continua acontecendo.

O fato chamou a atenção da Secretaria Municipal de Saúde de Ibirataia, que, ao verificar as fichas de internamento através de entrevistas com os pacientes, descobriu que o motivo pelo qual deram entrada no hospital era completamente diferente do que constava no prontuário médico. “Havia paciente que teve uma simples gripe e constava no registro como infecção. Como havia também um número muito alto de cirurgias cardíacas, fomos averiguar essa relação e para nossa surpresa o funcionário que olhava se deparou com o nome da própria mãe”, disse o ex-secretário Cidy Clei Câncio Lima, que ocupava o cargo na época em que a fraude ocorreu (em 2008), e atualmente é coordenador de atenção básica.

Já o funcionário, que é técnico em Tratamento Fora de Domicílio (TFD) e coordenador do CPD, ficou pasmo. “Foi uma surpresa. Minha mãe tem problema de pressão e ela apenas esteve no hospital, tomou um comprimido e foi embora pra casa. O nome dela estava na relação de pacientes cardíacos e me deparei com a adulteração do laudo, constando quadro clínico como se ela tivesse sofrido um infarto do miocárdio”.

Por conta disso, a análise dos dados dos pacientes passou a ser geral. Numa amostra de 300 fichas de internamento foram constatadas 216 fraudadas por diversas irregularidades.

“Os registros revelavam um número alto de derrame e infarto na cidade. O número de infecção intestinal, por exemplo, que originou a apuração dos laudos, foi superior ao dobro de um ano para o outro, conforme Cidy. “Em 2007, quando a cidade chegou a ser a quinta no Estado por internamento no tratamento de doenças intero-infecciosa, ocorreram 378 internamentos.

Em 2008, os registros subiram para 856 internamentos por infecções”. A diversidade de procedimentos fantasmas foi destacada pelo atual secretário de saúde de Ibirataia, Victor Fair Luedy. “Dentre as irregularidades, muitas cirurgias de reconstrução de vagina. O detalhe é que no hospital não existe nenhum cirurgião plástico para que este procedimento pudesse ser feito”.

Para cada cirurgia de reconstrução de vagina “é pago em torno de R$ 400 a R$ 500. Aliados à requisição de cirurgias, mais R$ 500 são liberados para custear o internamento”, segundo o ex-secretário Cidy.

A fraude é capaz de gerar valores altos. “Só referente aos internamentos para tratamento de doenças intero-infecciosa foram repassados do SUS para o hospital mais de R$ 100 mil, apenas no ano de 2007. A quantia exata foi de R$ 100.674,57. No ano seguinte, em 2008, foram repassados à unidade R$ 265.639,90”, relatou Cidy.

“O CPF desses pacientes estão no SUS como se tivessem realmente precisado fazer cirurgia, sem ter feito, incluindo internamento. Cada internamento custa em torno de R$ 500. Por mês, o hospital tem direito a fazer 213 internações”, declarou o atual secretário de saúde de Ibirataia, Victor Fair Luedy.

O suposto esquema de fraude não se resume aos atendimentos adulterados para gerar cirurgias e internamentos.
“Cadastros forjados com endereços em zonas rurais denunciaram pacientes fantasmas. Durante a auditoria, ao chegar ao endereço da zona rural é que foi descoberto que não havia ninguém com aquele nome no local”.

Nem inquérito estancou as irregularidades

O material apurado pelas secretarias de saúde e Ministério da Saúde resultou na abertura de um processo no Ministério Público Federal (MPF) e consequentemente acionou a Polícia Federal (PF) para investigar. O inquérito foi instaurado em junho do ano passado e ainda se encontra em fase de apuração na PF de Ilhéus, unidade mais próxima de Ibirataia.

Como o processo está em tramitação, tanto o procurador quanto o delegado disseram que só dariam um parecer ao concluirem todas as etapas.

Enquanto isso, o hospital se valeria dos trâmites jurídicos para continuar a fraudar cirurgias, segundo Luedy. “Identificamos mais irregularidades recentemente. Dentre as fraudes, em dezembro do ano passado uma gestante deu entrada com um sangramento e o registro aponta pielonefrite, que é uma inflamação renal. Em julho último, também há cirurgias fantasmas”, contou Luedy.

O relatório da auditoria do Ministério da Saúde aponta os responsáveis pelo esquema o presidente do hospital, Marco Aurélio de Oliveira Almeida e o médico Bruno Souza de Araújo.

O Conselho Regional de Medicina da Bahia (Cremeb – BA) já tem conhecimento do desvio de verba do SUS através de cirurgias e internamentos fantasmas, segundo o conselheiro corregedor do Cremeb – BA, Marco Antonio Cardoso de Almeida.

Quanto às providências cabíveis, o conselheiro corregedor disse que “o diretor clínico e o diretor médico podem ser acionados pelo Conselho, que abrirá uma sindicância.

Vale lembra que o Conselho só autua médicos. Os demais profissionais de saúde como enfermeiro, por exemplo, não são conosco”.

Após transitado e julgado com base na lei n 3.268, de 1957, “se ficar comprovada a fraude, o médico pode ser advertido, suspenso ou até ter o registro cassado, não podendo exercer mais a função”, concluiu o conselheiro corregedor do Cremeb, Marco Antonio.

Polêmica do Hospital de Ibirataia: SERIAM FATOS CONCRETOS?

Por Egildo Barberino (Colunista)

É praxe, quando se comenta um fato desagradável, dizer-se que ele brotou de conotações políticas. O que farei neste instante, reconheço, fica difícil realmente dizer-se que ele está isento totalmente de insinuações dessa espécie. Essa conclusão decorre por morarmos em uma Cidade relativamente pequena, onde todos sabem tudo de todo mundo. Daí, devido à lógica e as Leis das Probabilidades, justificam-se, às vezes, determinadas interpretações precipitadas.

Acredito piamente que toda a Região aguardava com extrema expectativa, o desfecho dos acontecimentos ocorridos no Hospital em Ibirataia-Ba, envolvendo o nome do médico Bruno Souza de Araújo, filho do Prefeito de Ipiaú, Sr.Deraldino Alves de Araújo, acusado formalmente hoje, segundo os blogs desta Região, de diversas práticas condenáveis na Administração Executiva daquela Unidade de Saúde Pública.

Lamentamos profundamente o ocorrido, os enquadramentos são de gravidades consideráveis e tudo isso não deveria preocupar aos ipiauenses não fosse o fato do mesmo Dr.Bruno, filho do Prefeito Deraldino Araújo, ora acusado de irregularidades no Hospital Antonio Firmo Leal em Ibirataia-Ba, estar administrando extra-oficialmente muitos dos negócios da nossa Prefeitura, como festas, inclusive.

Eu sempre considerei que o Prefeito Deraldino Alves de Araújo, adora navegar em águas revoltas e turbulentas, numa tranqüilidade tão grande, tão grande, que mais parece que sofremos de alguma destas neuroses chamadas PÂNICO.

Voz corrente na Cidade dá conta de que, diversos parentes do Prefeito, respondem por cargos em escalões privilegiados, inclusive o Dr.Bruno, seu filho, e a sua atual esposa, recém nomeada para a Secretaria Municipal de Saúde. Não entendemos de Leis, por isso mesmo não podemos insinuar ou acusá-lo de Nepotismo, já que, até podemos acreditar no seu alto senso de responsabilidade, e se o faz é porque esses dispositivos não contemplem a Administração Municipal. Se ele estiver errado, certamente que o TCM agirá disciplinarmente ao seu tempo.

O certo é que, indiretamente, os atos administrativos do Dr.Bruno na Prefeitura de Ipiaú, à tarde quando substitui seu genitor, o Prefeito Deraldino, enquanto esse atua profissionalmente no seu consultório particular, sofrerão severas críticas e avaliações como nunca antes ninguém ousou fazê-lo.

Seguramente, este meu comentário não é político, resta saber se os do Bahia Noticias o serão.

Aguardemos.

IBIRATAIA : ATENDIMENTO FANTASMA EM HOSPITAL

De acordo com as investigações, no Hospital Antonio Firmo eram marcados atendimentos para usuários que jamais preencheram uma ficha de prontuário na unidade de saúde, o que caracteriza atendimentos fantasmas. As constatações anotam ausência de comprovação dos procedimentos, cobrança indevida de internações, a inexistência de endereços relacionados nos laudos do hospital, desvios nos percentuais dos internamentos nas especialidades da Casa, falta de capacitação médica, dentre outras. O ministério exige a apresentação imediata de justificativas acerca das verificações e fatos relatados.

SESSÃO DA CÂMARA

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BLOGUEIRO

AFONSO MENDES

Árbitro de Futebol Profissional; Bacharelando em Direito na UNEB; com extensão em Direitos Humanos na UnB; e Direito Administrativo na ILB (Senado Federal). Um jovem que acredita na renovação dos valores da política.

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