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setembro 2010
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Autenticidade: algo raro

http://blog.sucessomais.net/wp-content/uploads/2010/01/seta-vermelha-baixo.jpg

Articulista: Samy Santos (www.samysantos.com.br)- Visitem!

As discussões que versam sobre temas polêmicos, a exemplo da liberação das drogas, aborto, bem como o casamento gay grassam na atualidade. Assim, uma tendência é notória: cada vez mais o discurso de pessoas comuns e também de políticos vem sendo “maquiado”, fato este justificado pelo interesse em “agradar” o(s) interlocutor(es).
Os políticos são rotineiramente convidados a expor opiniões sobre temas que despertam interesse popular e que geram polêmica, tarefa esta extremamente difícil, uma vez que temas polêmicos admitem, com igual intensidade, abordagem positiva ou negativa. Como a intenção é “agradar” a todos, assumir uma posição é algo que pode trazer grandes prejuízos.
Sob pena de perder eleitorado, é comum que políticos, quando solicitados a expor pontos de vistas acerca de temas polêmicos, prefiram assumir uma postura intermediária, ou seja, concordam em parte e discordam em parte. No entanto, a postura mais recorrente é não deixar transparecer opinião ou juízo de valor.
Para ilustrar tal premissa, é bom analisar o que disse o presidente Lula quando foi solicitado a responder se era contra ou a favor da liberalização do abordo. O presidente respondeu: “Independente de minha opinião, essa é uma questão de interesse popular. Dessa forma, a população precisa ser convidada para decidir essa questão de interesse nacional.” Frise-se, mais uma vez, que usar uma resposta do presidente Lula nesse texto atende apenas à intenção de ilustrar a problemática em questão.
Como se nota, independentemente de suas crenças, valores e concepções, os políticos costumam “maquiar” os discursos, sobretudo quando os assuntos despertam o interesse do eleitorado. Vale salientar, novamente, que tal prática (maquiar discursos) não está restrita ao âmbito político, haja vista que ela está enraizada em todos os segmentos da sociedade.
Na contramão dessa tendência de “maquiar” discursos, a presidenciável Marina Silva deu uma entrevista corajosa a Revista Veja, uma vez que não negou as suas concepções e afirmou que era contra o aborto, a legalização das drogas e o casamento gay. Argumentou/justificou que estes posicionamentos tinham relação direta com a sua fé religiosa. Acrescentou, ainda, que os homossexuais poderiam até não votar nela, mas tal fato fazia parte do jogo democrático.
É evidente que soa utópico esperar que pessoas ou políticos revelem, sem “maquiagens”, suas crenças, ideologias e concepções acerca de temas polêmicos, porém as palavras de Marina Silva são, sem dúvida, um alento para uma população tão acostumada com mentira, dissimulação e hipocrisia, sobretudo por parte de políticos. Então, viva a autenticidade do discurso!

ARTIGO JOSÉ MENDONÇA: VIDA HUMANA

http://www.blogdogusmao.com.br/v1/wp-content/uploads/2009/12/mendon%C3%A7a.jpg

Deus deu inteligência a todos, mas às vezes falta amor no coração das pessoas. Não conheci a modelo, a advogada, seus familiares, nem os que estão sendo acusados pelo desaparecimento das mesmas, deixaram o mundo muito jovens. Peço a Deus que as pessoas acusadas não estejam ligadas à essa monstruosidade.
A inteligência da pessoa humana não pode ser desperdiçada, devemos ter um amigo bom para não nos deixar cair em tentação. Se as pessoas acusadas tivessem esse bom amigo, é possível que não passassem por tal situação. No meu pensamento, o principal acusado não planejou, se permitiu é triste.
O que tenho mais apreço e admiração é pela pessoa humana. Quando tenho divergência, procuro encontrar a solução desejando a felicidade da mesma, independente do problema. Não sou de ficar calado, sou transparente, não deixo de procurar a razão e a verdade.
Vejo a vida fazendo o melhor para o próximo com os meus princípios, a formação que recebi de minha mãe e de meu pai faz com que eu jamais agrida uma pessoa fisicamente ou através de terceiros, se a pessoa não tem a minha amizade, minha confiança, faço tudo para esquecê-la, mas desejando que seja feliz.
Não vejo como impor que uma pessoa goste de outra, como também não misture relacionamento profissional com amizade, não discuta sem objetividade e com quem não conheça, nem no trânsito.
O que aconteceu ultimamente deixou as famílias das vítimas, como também as famílias dos que receberam ordem de prisão desapontadas, devemos estar à procura da razão e da verdade.

José Mendonça
Presidente do Poder Legislativo – Ipiaú/BA
www.josemendonca.org
joseandrademendonca@hotmail.com

A PAZ E A ALEGRIA PERDIDAS‏

http://deus.em.mim.zip.net/images/PAZ.JPG

Buscam paz. Mas onde encontrá-la? Perdeu-se a alegria verdadeira. Onde, como encontrá-la?

Homens, mulheres, adolescentes, jovens, crianças e idosos todos procuram alegria e satisfação para o seu sofrido viver. Estão exaustos e desanimados porque tudo que querem é sentir paz na alma e alegria no coração, mas frustam-se ante tantas tentativas sem sucesso. Ora procuram no trabalho o sentido e a alegria do viver, mas se cansam. Ora buscam nos vícios alegria que lhes satisfaçam, mas só encontram a tremenda angústia que lhes dilaceram o coração e rouba-lhes a vida. Por vezes sem conta tentam nas diversões e entretenimentos da vida a paz sonhada, mas tão logo finda-se o lazer, voltam à melancolia da realidade sem paz, sem alegria. Outras vezes a alegria é buscada na glória das celebridades, mas que infortúnio, assim como um furacão que chegou e se foi rapidamente deixando um rastro de destruição, a alegria passou e deixou desgraças em cacos e restos imprestáveis. Tantas outras vezes a paz e a alegria foram procuradas na posse do poder, para se descobrir logo, que não sabemos lidar com o poder. Somos mesquinhos internamente e não dá para ser poderoso com um verme chamado pecado dentro de cada um de nós, a nos carcomer os brios, e nos derrotar ante nós mesmos.

Perdeu-se a ternura, a inocência, a simplicidade não intencional, coisas estas que formam a grande alegria, aquela que perdura sem nada nem ninguém poder tirá-la de nós. O ser humano não age com humanidade. Pode-se ainda considerá-lo como humano? Que direito tem este ser de ser feliz, ter alegria e paz, quando ele mesmo é seu pior e mais temível inimigo?

Nenhum de nós é inocente, é simples ou puro. Estas duras mas constatáveis realidades nos perturbam e nos destrói a esperança de ser feliz e gozar a paz.

Agora quero lhe dizer algo novo. Precisamos crêr, e crêr pela fé contra a esperança de que a alegria perdida e a paz não tida podem vir de maneira completa, verdadeira e definitiva. Isto mesmo. O que lhe escrevo não só é verdadeiro como possível.

Exatamente porque não temos paz e alegria é que precisamos buscá-las. Elas não residem em suficiência necessárias dentro de cada um de nós. Só temos vinte e cinco por cento de paz e alegria de que precisamos para viver de verdade. Por isto, o Criador fez-nos com o instinto espiritual para buscá-Lo, adorá-Lo e serví-Lo. Ele sabe que somos limitados e incompletos, criou-nos assim propositadamente, porque nada ou ninguém pode ser feliz sem a sua presença, sem a sua amizade, sem o seu companheirismo. Quando entendemos isto, O buscamos com todo o nosso ser (coração, alma, força e entendimento) o que eu chamo de café espiritual.

Somente em Deus e com Deus você e eu podemos ser completos e termos definitivamente a alegria e a paz que perdemos. Jesus Cristo, o Deus-homem afirmou peremptoriamente: “Sem mim nada podeis fazer.” – João 15.5b.

Se hoje estás sem alegria na tua vida, não te falo de uma dose de alegria, mas da completa e suficiente alegria que só Deus tem e quer te oferecer. Cabe a você crêr, pedir a Deus e começar a gozá-la.

Se hoje te sentes sem paz na alma, não a encontrarás num lugar tranquilo ou longe de quem te incomodas, mas no regaço confortador do Bom Pastor Jesus Cristo, que te convida: “Vinde a mim todos que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei.” – Matue 11.28.

Não deixes passar este momento de oportunidade tão feliz em que tu podes ganhar a PAZ e a ALEGRIA perdidas.

Pr. Carlos César Januário
Pastor da Pib de Rio Novo – Ipiaú, Ba.
Presidente da Convenção Batista Baiana

Jogo Brasil e Holanda: Procurando respostas:

http://www.google.com/hostednews/afp/media/ALeqM5je-k0OR6h8LPUZ7zeD7rfhCDW4yQ?size=l

A nossa seleção perdeu, uma seleção que vinha jogando bem, uma seleção que estava entre as melhores da copa. Nós brasileiros ainda nem acreditamos, acordamos hoje em 03 de julho, e nos perguntamos: Eles estavam indo tão bem! Como aconteceu uma coisa destas?
Creio eu este resultadodeveu principalmente a dois fatores:
1- O nível de stress dos jogadores: Nos últimos jogos, vimos várias demonstrações de agressividade e despreparo emocional dos jogadores, Já no jogo contra Costa do Marfim, até o Kaká, um jogador conhecido por ser equilibrado e calmo, reagindo agressivamente a provocação do jogador de Costa do Marfim. No jogo contra Portugal, as reações de agressividade dos jogadores aumentaram: Felipe Melo pisando no pé do jogador português, várias atritos dentro de campo com os portugueses, etc. No jogo com a Holanda ficou mais gritante, a toda hora jogadores brasileiros gritando com os holandeses e discutindo com o Juiz, Robinho indo lá tirar satisfação com o Sneijder , Malcolm reclamando, fazendo cara feia, etc.
Ora, “catimbar”, cavar faltas, provocar o adversário é algo que o time adversário faz e o Brasil, diga-se de passagem, também , mas reagir as provocações é sinal despreparo emocional. Afinal é Copa do Mundo, está se lá no campo para jogar, ganhar o jogo, e não para discutir.
Por exemplo, no Jogo Argentina X México apesar de erros do juiz, e falhas da seleção da defesa do México. Não vimos esta agressividade entre os jogadores de ambos os times. Vimos sim ambos os times procurando jogar (bem ou mal) futebol, e não em ficar se estranhando dentro de campo.
O comportamento dos jogadores brasileiros mostrava claramente que nível de stress dentro da seleção vinha almentando jogo a jogo. Por outro lado observamos o mesmo despreparo emocional no comportamento do Técnico Dunga na entrevista coletiva em que xingou o Alex Escobar, ou seja, se uma equipe se espelha em seu comandante, este foi definitivamente o caso. Durante os jogos mesmo quando um jogador tinha um comportamento reprovável em campo, não vimos sinais de reprovação vindos do treinador. Nem quando o Felipe Melo foi expulso, na saída do campo, o Dunga simplesmente o cumprimenta com um toque de mãos e só. Read the rest of this entry »

ARTIGO: APREMIANDO O MÉRITO – MERITOCRACIA

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Articulista: Samy Santos

Ao ler a palavra “Meritocracia”, muitos gestores públicos vão pensar que se trata de um neologismo. Tal fato ocorre, na maioria das vezes, em razão de muitos políticos trabalharem de forma amadora e desconhecerem as experiências que vêm dando certo não apenas no Brasil, mas em todo o mundo.
Meritocracia vem do latim mereo, que significa merecer, obter. A proposta desse método é premiar os profissionais que apresentem bons resultados (premiar o mérito) a partir de metas pré-determinadas. Essa forma de gestão é oriunda das grandes corporações, que enfatizam que distinguir os talentos individuais se configura como um avanço em relação ao modelo tradicional, em que o aumento de salário está vinculado ao tempo de serviço e a titulação.
No Brasil, os estados de São Paulo, Pernambuco e Minas Gerais já empregam a Meritocracia, sobretudo no âmbito educacional, cujos educadores que obtêm os melhores resultados, ganham incentivos financeiros. No sistema que prioriza a Meritocracia, o funcionário precisa mostrar resultados antes de obter benefícios.

Assim, são estabelecidas avaliações periódicas para as promoções e a qualificação profissional é monitorada, para garantir que cursos realizados pelos servidores tenham relação com a carreira exercida. Obviamente, não é uma tarefa fácil reverter o atual cenário político brasileiro, visto que os “bons” profissionais são premiados, apenas, por bajular políticos. É o “velho/novo” fisiologismo. Premiar funcionários levando em consideração APENAS tempo de serviço e titulação (quando não por “subserviência”) não vem demonstrando resultados satisfatórios. Não se trata de descartar totalmente o modelo atual, mas de demonstrar que o sistema de Meritocracia incentiva a produtividade dos funcionários.

Péssimos profissionais há em todos os âmbitos, mas no setor público essa realidade é ainda mais preocupante. “Protegidos” pela estabilidade do emprego, tempo de serviço, acúmulo de titulações e alguns por “apadrinhamentos”, PARTE dos funcionários públicos não desempenha suas funções com excelência. Seria a Meritocracia uma saída viável para esse problema (ineficiência)? Certamente!

Percebe-se, então, que é necessário premiar o mérito, e não o fisiologismo e a bajulação. Os gestores públicos precisam, também, ter visão de estadista e vislumbrar o futuro, e não, apenas, as próximas eleições. Vários setores do Brasil vêm apresentando progressos nos últimos anos, e a esfera política não pode, sem dúvida, se furtar a essa realidade. É hora de avançar!

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