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Archive for the ‘Religião’ Category

O inferno da indiferença

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Por Fábio Porto – Discípulo de Cristo

Estamos vivendo uma apatia coletiva mundial no que diz respeito à valorização, importância e cuidado para com o nosso semelhante. Na sociedade brasileira percebemos o reflexo desse caos global que mina as bases que sustentam a vida.

Os diversos setores estão infectados pela indiferença que é regada pelo acúmulo de riquezas e bens. Quem ainda se lembra da nossa Amazônia que está morrendo por causa da ação de pessoas que visam apenas lucros?; Desmatamento, poluição da água e do ar. A violência urbana deixando um rastro de sangue que acaba sendo normal por acontecer todos os dias. Quem ainda se lembra de João Helio, o índio pataxó Galdino, a empregada domestica Shirley? Todos foram vítimas da violência. Será que alguém ainda se lembra dos milhões que são distribuídos nas cuecas, meias, malas, jatinhos? O pior é que alguns ainda buscam o respaldo de Deus fazendo orações de gratidão pela facilidade com que conseguiram lesar os cofres públicos. Políticos que renunciam ao mandato para não serem caçados por seus atos de corrupção, sendo beneficiados por essa lei injusta, retornam ao poder pelo voto do povo. É impressionante a capacidade que esses bandidos têm e continuam a melhorar no quesito roubalheira, ou melhor, improbidade administrativa pra ser politicamente correto.

Esse é um ano eleitoral e nossos ouvidos devem ser preparados para ouvir as mesmas ladainhas de sempre, a fim de que possamos discernir os políticos sérios, que são poucos, dos corruptos que não merecem ser chamados de políticos, mas, infelizmente, são esses que engrossam as filas do congresso nacional.

Enquanto as pessoas não tomarem consciência de que são cidadãos e não servos, perpetuaremos esse modo de vida político e social que não respeita a alteridade. Pelo contrário, esse modelo de gestão está a serviço desse capitalismo neoliberal que apenas se sustenta em cima de corpos mutilados que sangram suas misérias diuturnamente.

Os políticos precisam do povo para receber seus salários. Pagamos impostos que não são revestidos para o bem da sociedade e sim, para sustento desses corruptos que não estão nem um pouco interessados em ver um país mais justo e igualitário com uma equidade na distribuição de renda.

Precisamos ser proativos no que diz respeito ao bem comum de nossa sociedade e do mundo. Não podemos continuar vivendo essa apatia que está encalacrada na alma dos cidadãos que pensam ser esta a única realidade que poderemos vivenciar. São necessárias atitudes que reflitam a indignação da população junto aos poderes executivos, legislativos e judiciários do nosso país. São nessas instâncias que são tomadas decisões que deveriam ser justas e, que de fato mostrassem que o Brasil é um país de todos.

Por sermos um país democrático temos, dentre muitas ferramentas, o VOTO, que deve punir e execrar esses políticos deletérios dos nossos municípios, estados e da nossa pátria amada Brasil. Não podemos nos esquecer que a corrupção a nível nacional é apenas um reflexo da corrupção local que enfraquece os pilares da democracia.

Chega de crianças que além de não terem acesso a uma educação de qualidade, são vitimas de violências que marcam profundamente aqueles que não serão o futuro, pois já são o presente dessa realidade imunda que assola a dignidade desses infantes. As drogas estão tomando conta da nossa juventude que não tem mais sonhos e, sim, vivem dopadas pelo ópio que paralisa e enfraquecessem a força do nosso país. Uma nação onde foi obrigada a criação de um estatuto para proteger os idosos atesta o seu estado incompetente e doentio.

Diante dessa triste realidade brasileira e mundial, temos que admitir que somos culpados por nossa apatia e descaso para com essa situação que beira a insanidade coletiva. É sabido que algumas vozes não se calaram e nem se venderam nesse sistema cruel e injusto. Portanto, é imprescindível que nos juntemos a essas vozes e formemos um grande coral onde a única música a ser cantada seja o som da justiça, da paz, da fraternidade, da solidariedade e, acima de tudo, do amor.

Papa diz confiar no conforto de Deus

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Obrigado a lidar com denúncias de pedofilia entre o clero, Bento XVI afirmou, em almoço com 46 cardeais, que, nesses momentos de “tormento”, não se sente só e assegurou que confia no conforto de Deus, informa o Estadão. Em carta para todos os padres do mundo divulgada ontem pelo cardeal brasileiro Cláudio Hummes, prefeito da Congregação para o Clero, a Igreja voltou a afirmar que não pretende “esconder ou minimizar esses crimes”. “É verdade que, apesar de proporcionalmente poucos em número, padres cometeram horríveis e sérios crimes de abuso sexual contra menores, que devemos condenar de uma maneira absoluta”, diz a carta. O almoço foi a única comemoração do quinto aniversário do pontificado e do papa, que completou 83 anos na sexta-feira.

IGREJA RENOVADA OU IGREJA REFORMADA?‏

No século XVI um servo de Deus chamado Martinho Lutero, então padre católico, inconformado com a situação espiritual da sua igreja, que afastada da Bíblia ensinava doutrinas estranhas como a existência do Purgatório, compra de indulgências para tirar as almas do purgatório e levá-las ao céu, a infalibilidade papal, batismo como meio de salvação, etc., resolveu protestar contra tais discrepâncias. Fez seu pronunciamento afixando noventa e cinco teses no Castelo de Winteberg, Alemanha. Esta era a forma de provocar debates para esclarecimento do povo. E conseguiu, assim, dar início ao movimento denominado depois de Protestantismo.

Ele foi expulso da igreja Católica, que até hoje continua distanciando-se mais e mais da Palavra de Deus por insistir nos mesmos ensinos contrários à Bíblia Sagrada. Mas suas idéias ganharam o mundo, trazendo a verdadeira Igreja Cristã de volta à Bíblia. Há quem discorde por afirmar que existiam outros grupos fiéis a Bíblia, como os Anabatistas, à época de Lutero, que não compactuavam com a igreja estatal apóstata.

Lutero converteu-se a Cristo verdadeiramente. Casou-se e tornou-se pastor e escritor de renomadas obras cristãs, inclusive traduziu a Bíblia do latim para o alemão, versão conhecida como a Vulgata. Todo o seu esforço foi para a purificação da igreja cristã, para a santidade de sua vida.

Hoje vemos o movimento da renovação em voga. Mas que renovação?! A que temos presenciado no nosso país envergonha a fé cristã, descaracteriza o Evangelho bíblico, e mais uma vez distancia-nos dos princípios cristãos advindos da própria Bíblia. Hoje fala-se de sal grosso nos cultos, rosas ungidas, óleo da unção, roupas brancas, sopro de espírito, sapatinhos de fogo, “baladas gospel”, prega-se prosperidade e não arrependimento, sucesso e crescimento e não humildade e maturidade. Por estas breves citações de acontecimentos bizarros à fé cristã, vemos o quão longe estamos da Bíblia, nossa fonte de fé e de prática.

Creio que estamos vivendo uma bagunça espiritual. As igrejas, os pastores e os seminários estamos todos falhando na formação de nossos membros e futuros líderes. Onde estão os responsáveis por esta miríade de “pastores” mais interessados em crescer numericamente, Midas e cifrões, que espiritualmente?

Não vejo lugar para este tipo de renovação, que por décadas seguidas mais afastam o povo evangélico da Bíblia, portanto, de Deus. Necessitamos com grande urgência de voltar aos postulados de Martinho Lutero e seus reformadores. Precisamos voltar à Bíblia sob pena de fracassarmos como igreja e demais instituições. Segundo Jim Collins, em seu livro How the Mighty Falls, O declínio de uma igreja passa por cinco estágios nem sempre fáceis de perceber:

Autoconfiança como fruto do sucesso; A ganância e a busca desenfreada por mais crescimento; Ignorar informações críticas, a negação dos riscos; Reagir aos problemas usando artifícios que não são os melhores; e Rendição, o fracasso total. Eu acrescento mais dois: Orgulho e abandono dos princípios sobre os quais fomos construídos.

Martinho Lutero afirmou certa vez: “Ou a Bíblia me afasta do pecado, ou o pecado me afasta da Bíblia”.

Que decisão você tomará?

O mundo clama e espera pelos verdadeiros servos de Deus.

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Pr. Carlos César Januário

Pastor da PIB de Rio Novo – Ipiaú, Ba.

Presidente da Convenção Batista Baiana

Ateus britânicos pedirão prisão do papa por abusos na Igreja

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Dois ateus britânicos renomados – os escritores Richard Dawkins e Christopher Hitchens – anunciaram processo contra o papa tanto na Justiça do Reino Unido quanto na Corte Penal Internacional. A causa seria a omissão de Bento 16 diante das inúmeras denúncias de abusos de menores que aconteceram quando ele chefiava o braço da Santa Sé responsável pela disciplina. A argumentação jurídica do processo dos escritores seria a não imunidade dos pontíficie “à prisão no Reino Unido” porque, apesar de ser o chefe do Vaticano, não é um chefe de Estado reconhecido pela ONU. De acordo com reportagem da Folha, o papa visitará o Reino Unido em setembro.

Após 10 anos, pastor que chutou santa volta à TV

Cerca de 10 anos atrás, o pastor Ronaldo Didini era uma espécie de celebridade da Igreja Universal. Ele se tornou conhecido como âncora de um polêmico programa exibido nas madrugadas, o “25ª Hora”. Didini esteve no olho do furacão durante o episódio do “chute na santa”, em 1995, quando um bispo da Universal chutou uma imagem de Nossa Senhora na madrugada do dia 12 de outubro, ao vivo. O fato desencadeou uma das mais graves crises religiosas no Brasil.

Hoje pastor da Igreja Mundial do Poder de Deus, Ronaldo Didini, 50, voltou à TV: foi contratado pela Band para ser o gestor do canal 21, transmitido em UHF e que acaba de fechar um contrato de cinco anos com a Igreja Mundial do Poder de Deus. Não foram divulgados valores do contrato ou mais detalhes sobre a parceria.

Pastor evangélico, Didini será, na prática, o diretor-geral e artístico do novo canal, que chamará “21 – Vem Pra Cá, Brasil”. Entra no ar no próximo domingo, dia 10.

O canal vai estrear com 22 horas de programação exclusivamente religiosa e duas horas de jornalismo da Band (das 22h à 0h). Mas, segundo Didini, até o final do ano a grade de programação também terá atrações “laicas”.

O pastor também fará as vezes de apresentador: vai ressuscitar, com outro nome, o “25ª Hora” único programa da Igreja Universal que discutia assuntos não-religiosos e chegava a registrar 5 pontos de média (mais do que a Record registra hoje no mesmo horário).

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Carta de 1985 mostra que futuro papa resistiu a afastar padre suspeito de abuso

Então cardeal, Bento XVI alegou ‘preocupação com o bem da igreja”‘.

Vaticano confirmou assinatura do papa, mas não comentou conteúdo.

Foto: AP

Foto de 9 de abril mostra detalhe de carta de 1985 obtida pela Associated Press e assinada pelo então cardeal Joseph Ratzinger, futuro papa. Ele era então chefe da Congregação para a Doutrina da Fé do Vaticano. (Foto: AP)

Foto: AP

No documento, o futuro papa mostra-se resistente a afastar o padre Stephen Kieste, da diocese de Oakland, na Califórnia. (Foto: AP)

AP/AP

Kiesle era acusado de abuso sexual contra crianças. Na carta, Ratzinger cita como motivo para não afastar o padre a preocupação com ‘o bem da igreja universal’. (Foto: AP)

Foto: AP

O Vaticano confirmou que a assinatura no documento é a de Ratzinger, mas negou-se a comentar o conteúdo da carta. (Foto: AP)

Aniversário do Pr. Carlos César

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Um momento especial de renovação para sua alma e seu espírito, porque Deus, na sua infinita sabedoria, deu à natureza, a capacidade de desabrochar a cada nova estação e a nós capacidade de recomeçar a cada ano.
Desejo a você, um ano cheio de amor e de alegrias.
Afinal fazer aniversário é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições, vivenciar outras dores e suportar velhos problemas.
Sorrir novos motivos e chorar outros, porque, amar o próximo é dar mais amparo, rezar mais preces e agradecer mais vezes.
Fazer Aniversário é amadurecer um pouco mais e olhar a vida como uma dádiva de Deus.
É ser grato, reconhecido, forte, destemido.
É ser rima, é ser verso, é ver Deus no universo;
Parabéns a você nesse dia tão grandioso.

CRISTO É SUPERIOR A PÁSCOA

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Páscoa, palavra de origem hebraica, passagem, uma das três grandes festas judaicas, em comemoração do êxodo e da libertação dos israelitas do Egito. Pode-se ver a origem divina desta festa em Êxodo cap. 12. O povo de Deus reunia-se no primeiro mês de cada ano, aos quatorze dias, para comemorar a páscoa, geralmente à tardinha. Iniciou-se com uma refeição sacrificial, que consistia de um cordeiro assado, ou um cabrito, pães asmos e ervas amargas. O cordeiro servia para recordação do sacrifício; o pão sem fermento, da pureza; e as ervas amargas, da servidão amarga no Egito.

Cristo a observou, porém, não instruiu sua igreja a celebrá-la, posto que era uma festa nacional dos judeus. Tem, todavia, implicação ou significado espiritual para toda a humanidade.

Havia, inclusive, o costume de soltar um prisioneiro durante a páscoa. Lemos em João 18.39,40 que por ocasião do fatídico e falso julgamento de Jesus Cristo, preso e “condenado” à morte, que Barrabás, um criminoso e salteador, fora preferido pelo povo em lugar de Jesus Cristo.

O apóstolo Paulo em sua veemente exortação à igreja de Corinto (1 Cor 5.7,8), asseverou que a igreja deveria limpar-se do velho fermento (doutrina estranhas e práticas ilicitas, como no contexto, do membro que praticara incesto). E celebrar festa de modo espiritual puro, já que Cristo é a nossa Páscoa.

Vemos pelo arrazoado acima, que Cristo, agora nossa páscoa, nossa libertação, deve ser adorado tal como asmos (pães sem fermento, puros), que no caso, com sinceridade e verdade em nossa vida.

Depreendemos, pois, que Cristo é superior às tradições judaicas de suas festas religiosas. Mas nem por isto, devemos deixar de festejar, não a páscoa, mas Cristo, nosso Cordeiro Pascal.

Sendo assim compreendido, podemos celebrar. Não com coelhos, ovos de chocolates, etc., mas com a compreensão bíblica desta festa. A de que Cristo ressuscitou, conquistando para nós a passagem ou a libertação da morte para a vida.

Uma abençoada Páscoa em Cristo para todos.

Pr. Carlos César Januário

Pastor da PIB de Rio Novo – Ipiaú, Ba.

Presidente da Convenção Batista Baiana

VÍTIMA ACUSA PAPA DE PROTEGER PEDÓFILO

Um homem, que preferiu manter sigilo de seu nome, diz ter sofrido violência sexual por parte de um sacerdote católico pedófilo. Nesta terça-feira (30), ele acusou o Vaticano e o papa Joseph Ratzinger, o Bento XVI, de ter protegido o padre Ernesto García Rubio, mantendo-o no cargo, informaram os advogados da suposta vítima. Documentos enviados à agência de notícias AFP pelos advogados que representam o homem, mostram que o núncio apostólico – representante do papa nos EUA – havia pedido à igreja de Miami para proteger o padre Ernesto García Rubio, que precisou deixar Cuba em 1968 depois de problemas de “natureza moral”. Rubio “teve um cargo em uma paróquia de Miami durante 30 anos e tivemos conhecimento de dezenas de vítimas de seus abusos durante este tempo”, disse Jessica Arbour, advogada da vítima, que diz ter sido agredida na adolescência, entre 1985 e 1987. O homem processa a arquidiocese de Miami e pede US$ 20 milhões por danos. Informações do A Tarde.

O daime

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Articulista: Samy Santos

Há duas semanas foi morto Glauco Vilas Boas, um dos maiores cartunistas do Brasil. O crime foi cometido por Carlos Eduardo Sundfeld Nunes, rapaz que frequentava uma igreja fundada por Glauco, conhecida como Céu de Maria, e pertencente à seita Santo Daime, cujo nos rituais religiosos é servido um poderoso chá alucinógeno.
Segundo estudiosos, o chá alucinógeno pode ter contribuído para acentuar os sintomas da esquizofrenia, doença até agora suscitada como a provável causa do surto de Cadu, como é conhecido o assassino confesso do cartunista. No entanto, algo merece mais atenção do que o simples uso do chá, mas o fato de esta droga ter sido liberada, há alguns anos, pelo Conselho Federal de Entorpecente – CFE, sob a alegação da “liberdade religiosa”.
Discutir questões pertinentes acerca da Constituição é sempre uma atividade complexa, haja vista que o assunto é sempre passível de várias interpretações. No entanto, chama a atenção o fato de o Conselho permitir o uso de substâncias alucinógenas, cujos efeitos são, com frequência, condenados por especialistas.
O Brasil é um país laico, no entanto (e de forma coerente) é assegurada a liberdade de crenças e credos. Como se nota, a questão é bastante complexa. Apesar disso, um questionamento se faz necessário: sob a alegação da liberdade religiosa, é coerente liberar uma droga com poderosas substâncias alucinógenas?
A resposta ao questionamento não é simples, e exige diálogo e reflexão. O fato é que é preciso promover debates acerca dessa problemática, fazendo com que a população esteja informada não só dos malefícios do chá alucinógeno, mas, também, acerca das questões referentes aos ritos e tradições da seita em discussão. Não é hora, sem dúvida, de discussões vazias e radicalismos.

COMO PODEMOS NOS PREPARAR PARA O FIM?

Pr. Carlos César Januário

Pastor PIB Rio Novo – Ipiaú, Ba.

Presidente da CBBa.


Boa pergunta, mas de difícil resposta. Gostamos de protelar, adiar, retardar respostas para uma pergunta como esta.

Um filme com o título acima estará sendo lançado nos cinemas em novembro deste ano.

A indústria dos cinemas se antecede a nós quando o assunto é explorar o curioso tema que propomos aqui. Afinal, ganharão milhões com isto. Como com o famoso filme “ The Day After” (O Dia Seguinte). Será que isto não nos incomoda?

Devemos ser previdentes. Não só economizar para os dias vindouros, mas planejar e trabalhar para os dias que virão. Sem ansiedade ou preocupação quanto ao dia de amanhã. Mas futuristas de pé no chão. Adiantar-nos quanto ao que virá. Jesus ensinou exatamente isto aos seus discípulos, embora também os ensinassem a não ficarem angustiados ou pesarosos.

Para nossa reflexão proponho algumas considerações a fim de respondermos à nossa pergunta:

Como findarei minha carreira profissional? Onde quero estar daqui a trinta anos? Que tipo de aposentadoria vou ter? Como ficará a minha família depois que eu partir? Quem me sucederá na empresa, nos negócios, na igreja, na convenção? E quando chegar o dia de eu morrer, que será de mim? De minha alma? E quando Cristo voltar estarei pronto e terei ajudado outros a se prepararem?

Será que os governos mundiais poderiam nos ajudar a prepararmo-nos para o fim do mundo? Esta devo responder logo, a resposta é um solene não. Eles não teriam como evitar os terremotos, tsunamis, guerras, fomes, violências, a deterioração dos valores morais, espirituais, a rápida devastação do planeta. Temos morte nos céus, nos mares e rios, e sobre a terra nem se fala…

A pergunta se nos mostra mais difícil de obtermos respostas conclusivas.

A Bíblia, fonte segura para dirimir nossas dúvidas, saciar nossa angústia e acalmar nossos sentimentos, nos diz que “o fim é melhor que o começo…”

Eclesiastes 7:2

Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, porque naquela está o fim de todos os homens, e os vivos o aplicam ao seu coração.

Eclesiastes 7:8

Melhor é o fim das coisas do que o princípio delas; melhor é o paciente de espírito do que o altivo de espírito.

Ezequiel 7:6

Vem o fim, o fim vem, despertou-se contra ti; eis que vem

Há tempo para tudo e todo propósito debaixo do céu. Agora é tempo de pensar no fim. Sei que alguém objetará com um clássico “eu prefiro viver o agora e me preocupar com o presente, o amanhã Deus dará…” Faz parte da vida refletir sobre o fim sem sermos casuístas e cataclísmicos.

Enquanto nos evitamos ao menos refletir sobre o nosso real e inevitável fim, só aproveitando o agora, como a cigarra que canta todo o verão e não se preocupa com o inverno vindouro, por isso mesmo morrendo desprecavida, o futuro nos repreende no presente, abraçando-nos com o passado no presente. E que abraço desagradável será.

Pensemos em como podemos deixar nosso mandato, nosso pastorado, nossa liderança de um modo melhor do que recebemos. Creio que sempre se pode fazer melhor o que já vem sendo bem feito. Se visualizarmos o fim da estrada, com certeza viajaremos melhor. Mas se não temos condições para tanto, então é melhor pensar e agir como se víssemos o final da jornada. Então, tomaremos todas as medidas precisas para lograrmos êxito nos nossos empreendimentos.

Jesus tem um sermão escatológico, a doutrina das últimas coisas, Apontou para o fim desta primeira existência, bem como para a nossa inserção na eternidade. Onde o kronos e o kairós desaparecerão finalmente.

Pense nisto. E, enfim, fim.

Mensagem Pr. Fabio Porto- PIB de Rio Novo

PARTE I

Acompanhe na íntegra! Read the rest of this entry »

Teólogo “universal” e teólogo “específico”

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Por Fábio Porto *

Com todas as reviravoltas e mudança no fazer e no saber sobre o conhecimento, o mundo mudou e seguiu uma lógica que parece não ter lógica. Houve um período na história que se buscava nos “detentores” do conhecimento uma postural universal, ou seja, eles deveriam abarcar no seu discurso e no seu saber o que era justo e verdadeiro para todas as pessoas. Gostaríamos de pensar analogicamente a partir da análise que Michael Foucault faz em relação ao intelectual universal e o intelectual específico. A partir da segunda grande guerra mundial esse panorama foi alterado. O mundo passou a identificar melhor a postura do teólogo específico por conta dos rumos que a humanidade tomou depois desse evento que se configurou como uma amostra do que é usar o poder e o saber.

A interferência mais direta na política e no poder a partir dos saberes localizados ou específicos como a biologia, a física, a química, a teologia, dentre outros, impulsionou o surgimento e a valorização dos conhecimentos específicos, colocando ou devolvendo desta forma o poder e o saber nas diversas camadas da sociedade e/ou da humanidade. Para Foucault “a figura em que se concentram as funções e os prestígios deste novo intelectual não é mais a do ‘escritor genial’, mas a do ‘cientista absoluto’”; não mais aquele que empunha sozinho os valores de todos, que se opõe ao soberano ou aos governantes injustos e faz ouvir o seu grito até na imortalidade; é aquele que detém, com alguns outros, ao serviço do estado ou contra ele, poderes que podem favorecer ou matar definitivamente a vida. Não precisamos mais dos que falam apenas da eternidade, mas sim, daqueles que criem ou fomentem estratégias para a dignidade da vida e até mesmo da morte.

O teólogo universal é aquele que se arvora a falar como representante da verdade e da justiça, sendo ele, uma espécie de consciência de todos. Essa idéia oriunda da parte ruim do marxismo pretende fazer do teólogo universal, através do seu posicionamento moral, espiritual, político, teórico, um detentor desta universalidade que ele pensa englobar em sua teologia e práxis. Alguns, ainda que nostalgicamente, querem a volta ou o aparecimento dos grandes teólogos universais para regerem nosso estilo de vida, dizendo eles faltar uma visão de mundo ou uma grande teologia hodierna. Entretanto, vivemos um momento em que o papel do teólogo específico deve ser reelaborado, visto que, o caminho na qual o mundo percorre é mais propício ao um melhor desenvolvimento específico do que universal.

Diante das circunstâncias sociais o papel do teólogo especifico deve se tornar cada vez mais importante. Na medida em que, quer queira ou não ele deve assumir responsabilidades políticas, sociais, culturais. O teólogo universal não se compromete diretamente com a situação, pois ele fica longe dos acontecimentos que ele apenas pensa e formula teorias para regulamentar determinada situação. Em outras palavras, o seu engajamento com a vida concreta não é percebida porque enquanto ele apenas teoriza sobre a vida, ela continua a ser vivida ou morrida por aquele que são vitimas ou vilões desse sistema cruel que degenera a vida.

É importante deixar claro que o nosso objetivo não é acabar com o passado e muito menos ser um iconoclasta, o que queremos é chamar a atenção para uma realidade que exige o específico e não o universal. O trabalho do teólogo específico é ajudar a desmascarar um poder que domina não apenas pela força, mas pela absolvição do seu regime pelos habitantes de um lócus social. O não envolvimento do teólogo com essas pessoas resulta na manutenção desse status quo (religioso, político, social, econômico) que visivelmente contribui para a destruição da vida em todas as suas possibilidades.

Podemos suspeitar que o motivo para o não envolvimento por parte de muitos teólogos com as coisas específicas, ou seja, com a vida concreta dos seres humanos e de toda a criação, é devido ao medo da perseguição que o teólogo específico terá sobre si devido o poder de denúncia que estará em suas mãos, não mais em função de seu discurso geral e sim, por conta das denúncias que ele trará de uma realidade concreta que não agüenta mais o despotismo, os variados abusos e a arrogância da riqueza.

Enfim, a religião, a política, a economia, a ciência e no limite a sociedade, não precisam mais de detentores das verdades universais, pois eles não se envolvem com as questões práticas da vida mesmo que pensando e formulando teses sobre ela. É importante o surgimento e o fortalecimento do teólogo específico que sabe que sua construção do pensamento e sua prática não devem ser longe da vida e de tudo que promova e afirme a dignidade humana. Com ele deve existir a criação de novos valores respaldados por um novo jeito de teologar e, essa nova forma de se fazer teologia deve criar e fomentar valores que estejam em consonância com o corpo, com a vida, com a terra e com Deus.

* Pastor auxiliar da Primeira Igreja Batista de Rio Novo e discípulo de Cristo

O Que a Bíblia Diz?

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Durante milhares de anos, e em várias partes do mundo, algumas pessoas têm buscado revelações especiais, tentando contatar os mortos. Há alguns que crêem firmemente que os mortos retornam para avisá-los de perigos, ou para guiá-los em suas vidas e decisões, ou para assombrá-los e ameaçá-los. Muitas pessoas procuram médiuns que alegam facilitar seu contato com os mortos.

Todos os esforços para comunicar com os mortos, sejam diretamente ou através de médiuns, são contra a vontade de Deus e resultarão em condenação. A necromancia, ou comunicação com os mortos, foi explicitamente proibida juntamente com várias outras falsas práticas religiosas, quando os israelitas foram resgatados da escravidão egípcia (Deuteronômio 18:9-14). Tais práticas foram a razão pela qual Deus rejeitou as nações que tinham ocupado a terra de Canaã. Ele advertiu seu povo a não imitar esses pecados, porque eles sofreriam a mesma punição de expulsão da terra.

O contexto desta proibição em Deuteronômio 18 ajuda a ver por que a necromancia é abominável a Deus. Depois de uma lista de várias fontes de revelação desaprovadas (18:9-14), encontramos o contraste claro com a fonte aprovada, a Palavra de Deus (18:15). Esta passagem aponta explicitamente para Jesus Cristo, o profeta que seria levantado por Deus. Entender este princípio nos ajuda a ver porque todas as formas de idolatria, advinhação, astrologia, feitiçaria e necromancia são erradas. Procurar revelação de tais fontes é rejeitar a autoridade do Filho de Deus.

Muitas pessoas citam o exemplo do Rei Saul (1 Samuel 28) para justificar a necromancia. Um estudo deste capítulo e da história subseqüente (no fim do livro) mostra que Saul desobedeceu frontalmente a lei de Deus. A revelação que lhe foi feita não o ajudou a ter melhor sorte, mas mostrou-lhe que ele morreria no dia seguinte, devido aos seus pecados contra Deus.

O Novo Testamento condena explicitamente a idolatria (Romanos 1:22-23; 2 Coríntios 6:14 – 7:1) e a feitiçaria (Gálatas 5:20). Jesus é a fonte de revelação de Deus ao homem de hoje (Hebreus 1:1-2). Ele está acima de todos e merece plena honra (Colossenses 1:13-18). É errado buscar orientação espiritual de outras fontes (Colossenses 2:8-9,20-23; 3:1-3).

-por Dennis Allan

Mensagem Bíblica: Náufrago

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Um certo homem saiu em uma viagem de avião. Era um homem temente a Deus, e sabia que o Senhor o protegia.
Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar, um dos motores falhou e o piloto teve de fazer um pouso forçado no oceano. Quase todos morreram, mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservasse em cima da água. Ficou boiando à deriva durante muito tempo até que chegou a uma ilha não habitada.

Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu ao Senhor por este livramento maravilhoso da morte. Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas. Conseguiu derrubar algumas árvores e com muito esforço construiu uma casinha para ele. Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. Porém significava proteção. Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu ao Senhor, porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha.

Um dia, ele estava pescando e quando terminou, havia apanhado muitos peixes. Assim, com comida abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca. Porém, ao voltar-se na direção de sua casa, qual não foi sua decepção,ao ver sua casa toda incendiada.
Ele se sentou em uma pedra chorando e dizendo em prantos:
-Senhor! Como é que foi deixar acontecer isto comigo? O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa e o Senhor deixou queimar todinha. O Senhor não tem compaixão de mim? Eu sempre faço minhas orações diárias.
E assim permaneceu o homem durante algumas horas, envolvido em sua revolta e dor.

Passado algum tempo, uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo:

-Que bom encontrá-lo… você está bem?
Ele se virou para ver quem estava falando com ele, e qual não foi sua surpresa quando viu em sua frente um marinheiro acompanhado de uma equipe: -Vamos rapaz, nós viemos te buscar…

-Mas como é possível? Como souberam que eu estava aqui?

-Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro.
O capitão ordenou que o navio parasse e nos mandou vir lhe buscar naquele barco ali adiante. O grupo entrou no barco e o homem foi para o navio que o levaria em segurança de volta para os seus familiares tão queridos.

A propósito, como anda a sua fé?

Confiar em Deus

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O profeta Isaías, ao se referir à grandeza de Deus e à confiança que nEle deve ter o homem, diz:

“Os que esperam no Senhor, adquirirão sempre novas forças, tomarão asas como de águia, correrão e não fatigarão, andarão e não desfalecerão.” Isaías 40:31

É muito singular que o Profeta compare os que confiam no Senhor às águias. É que elas têm uma forma toda especial de enfrentar as tempestades. Quando se aproxima uma tempestade as águias abrem suas asas, capazes de voar a uma velocidade de até noventa quilômetros por hora, e enfrentam a tormenta. Elas sabem que acima das nuvens escuras e das descargas elétricas, brilha o sol.
Nessa luta terrível elas podem perder penas, podem se ferir, mas não temem e seguem em frente. Depois, enquanto todo mundo fica às escuras embaixo, elas voam vitoriosas e em paz, lá em cima. Confiança que traduz certeza é o seu lema. Para além da tormenta, brilha o sol, e o sol elas buscam.

Na morte, as águias também dão excelente lição de confiança. Como todos os seres vivos, elas também morrem um dia. Contudo, alguma vez você já se deparou com o cadáver de uma águia? É possível que já tenha visto o de uma galinha, de um cachorro, de um pombo. Quem sabe até de um bicho do mato nessas extensas estradas de reserva ecológica. Mas, com certeza nunca encontrou um cadáver de águia.
Sabe por quê? Porque quando elas sentem que chegou a hora de partir, não se lamentam nem ficam com medo. Localizam o pico de uma montanha inatingível, usam as últimas forças de seu corpo cansado e voam naquela direção. E lá esperam, resignadamente, o momento final. Até para morrer, as águias são extraordinárias.

Quando, por ventura, você se deparar com um momento difícil, em que as crises aparecem gerando outras crises, não admita que o desânimo se aposse das suas energias. Eleve-se acima da tempestade, através da oração. Pense que Deus é o autor e o sustentador de todo o bem. Pequenos dissabores que estejam atingindo você são convites a reexame dos empecilhos que enchem a estrada da sua vida.

Discórdia é problema que está pedindo ação pacificadora. Desarmonias domésticas são exigência de mais serviço aos familiares. Doença é processo de recuperação da verdadeira saúde. Até mesmo a presença da morte não significa outra coisa senão renovação, e mais vida.

Pense nisso:
Sempre que as aflições visitem seu lar em forma de enfermidade ou tristeza, humilhação ou desastre, não se entregue ao desalento.
Recorde que, se você procura pelo socorro de Deus, o socorro de Deus também está procurando alcançar você!
Se a tranqüilidade parece demorar um pouco, persevere na esperança, lembrando que o amparo de Deus está oculto ou vem vindo.

O Espírito da Lei do Senhor

O mundo contemporâneo vive uma esvaziamento de sentidos e significados. O que importa para a maioria das pessoas é o ter em detrimento do ser. Não importa o que você seja, antes a pessoa tem que possuir alguma coisa, especialmente bens materiaisl, para que possa ser feliz e livre. Isso fica bem claro ao analisarmos algumas palavras como amor, tradição, profeta, lei…

O salmo 19:7 “A lei do SENHOR é perfeita e nos dá novas forças. Os seus conselhos merecem confiança e dão sabedoria às pessoas simples.” O salmista nos mostra uma visão diferente da Lei do Senhor. Quando algumas pessoas ouvem a palavra “lei” pensam logo em uma prisão. Outras dizem: “não quero fazer parte da Lei de crente”. Percebemos que o salmo não foi bem compreendido por quem pensa assim. Pois, ao invés de prender, a Lei de Deus liberta, renova, conforta, auxilia, vivifica.

Nossa sociedade está jogando seus valores no lixo e com isso criando um vazio existencial. Os valores familiares, pessoais, sociais, não são mais cultivados por grande número de pessoas. O que importa hoje é o efêmero, o passageiro, nada precisa durar tanto, pois existe um leque enorme de opções para se viver. Os discípulos e discípulas de Cristo precisam mostra com sua práxis de vida o verdadeiro sentido da vida, pois nossa sociedade está corrompida e perdida em seus próprios devaneios e, o que é pior, ela não sabe sair dessa condição sozinha. Assim sendo, é obrigação da Igreja de Jesus mostrar ao mundo como viver valores que promovam a vida e a cidadania para todas as pessoas indistintamente.

É importante que os cristãos observem o Espírito da lei como fez o salmista, pois a Lei de Deus serve para a qualidade e manutenção da vida. Devemos confiar no que nos ensina o Senhor através da sua Palavra, porque quem assim procede se torna sábio e, portanto, uma pessoa simples e dependente do Senhor.

Por Fábio Porto-Colunista do Notícias de Ipiaú

Discípulo de Cristo

Silas Malafaia no Programa do Ratinho – Confira como foi o debate sobre PLC 122 e homofobia

malafaiaO pastor da Assembléia de Deus, Silas Malafaia, participou nesta quarta-feira, dia 24, do programa do Ratinho, no SBT. O debate envolveu o polêmico projeto PLC 122/06 que cria uma ditadura gay. O presidente da Associação Vitória em Cristo enfrentou a autora do projeto, a ex-deputada Iara Bernardes.

Os convidados foram recebidos pelo apresentador do programa, Carlos Massa, o Ratinho. Um vídeo explicou os fundamentos e o que propõe o PLC 122/06. No vídeo o pastor Dilmo dos Santos, da AD do Brás, lembrou os perigos da aprovação. “ Esta lei favorece alguns

em detrimento de outros”, criticou. O representante da ONG Corsa, que defende a comunidade LGBT, Lula Ramires, esclareceu que o projeto equipara preconceito ao racismo. “ Ninguém é homossexual para afrontar Deus”, apontou.

Após o vídeo, em que a população se mostrava dividida, Ratinho deu a palavra a Iara Bernardes. Num primeiro momento ela apresentou números e mostrou como o Brasil é um país homofóbico. “O PLC 122/06 foi uma necessidade na defesa dos direitos dos homossexuais”, declarou.

Silas Malafaia deu o tom do debate e citou que, antes mesmo da lei ser aprovada e votada nas comissões do Senado em toque de caixa, comunidades gays tentaram tirar seu programa da Band no ar. “Esta lei criminaliza a opinião. Ela tem aberrações, é uma vergonha. A lei deveria chama a Lei do Privilégio”, alfinetou.

Questionado por Ratinho se homossexualismo é genético, Malafaia disse que só há dos genes humanos: macho e fêmea. “Ninguém nasce homossexual. Homossexualismo é comportamental. È um retrocesso, uma mordaça.” Iara Bernandes logo confirmou: “Temos que colocar uma mordaça em quem ofende e agride os homossexuais”, finalizou.

Confira os vídeos nos links ao lado Read the rest of this entry »

Mensagem Bíblica: O rebanho de Deus

Poucos animais são tão indefesos como as ovelhas. Com muito pouca defesa contra inimigos naturais, pouco senso de direção e nenhuma capacidade para encontrar seu próprio alimento, elas são muito dependentes do homem para prover suas necessidades. No tempo em que não havia cercas, os proprietários de ovelhas tinham que ficar com elas no deserto, algumas vezes durante meses de uma só vez.

O pastor tinha que providenciar para as ovelhas tudo que elas não podiam providenciar para si mesmas. Ele procurava pastos verdes onde pudessem encontrar comida (1 Crônicas 4:39-40) e as conduzia gentilmente para lá, sempre cuidadoso com as que estavam com filhotes (Isaías 40:11). Ele as protegia até com sua própria vida. O jovem Davi relatou a Saúl como tinha arrancado um cordeiro da boca de um leão e tinha matado tanto leões como ursos (1 Samuel 17).

Dando tanto de si mesmos ao cuidado das ovelhas e estando tão freqüentemente sem companhia humana, o pastor desenvolvia uma íntima amizade com as ovelhas. Ele dava um nome a cada uma; as ovelhas conheciam sua voz e vinham quando ele as chamava (João 10:3-4). Ele as contava todas as noites para ter certeza de que estavam todas a salvo no aprisco (Jeremias 33:13). Se ao menos uma estivesse faltando, ele esquadrinhava o campo para encontrá-la (Lucas 15:4).
O desamparo das ovelhas, sua total dependência do pastor e do amor dele por elas tornavam esta relação uma das mais finas e a figura da relação de Deus com seu povo mais freqüentemente usada. Somos tão parecidos com ovelhas, que bênção é ter um Deus amoroso, que tudo conhece, todo poderoso e todo sábio como nosso pastor! Davi, o pastor, expressou isso tão lindamente naquelas palavras familiares: “O SENHOR é meu pastor; nada me faltará” (Salmo 23). Davi, contudo, não podia conhecer a absoluta perfeição do Divino Pastor como podemos, depois de tê-lo visto na cruz, entregando sua vida pelas ovelhas.

Proprietários de ovelhas algumas vezes tinham problemas quando o número delas ficava tão grande que já não podiam mais atendê-las pessoalmente. Afortunado, na verdade, era qualquer homem como Jessé, que tivesse um filho como Davi, que pudesse amar e cuidar das ovelhas como se fossem dele. Freqüentemente, as ovelhas tinham que ser divididas em rebanhos e deixadas sob os cuidados de empregados. Jesus explicou: “O mercenário, que não é pastor, a quem não pertencem as ovelhas, vê vir o lobo, abandona as ovelhas e foge; então o lobo as arrebata e dispersa” (João 10:12). Jesus estava realmente descrevendo os sacerdotes e mestres de Seu tempo que, como pastores de Israel, tinham mostrado uma total despreocupação com as ovelhas na sua perseguição egoísta de riqueza pessoal e glória.

Hoje em dia, cada congregação local é um rebanho de ovelhas de Deus. Os presbíteros são aqueles que estão encarregados: “Pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós, não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer; nem por sórdida ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores dos que vos foram confiados, antes tornando-vos modelos do rebanho” (1 Pedro 5:2-3)

É freqüente demais o quadro que temos de presbíteros “dois ou três homens de pé num canto tomando decisões pela igreja” ou sentados em volta de uma mesa entrevistando um candidato a pregador ou trabalhando num orçamento. Muitas das nossas orações pedem que eles presidam bem (1 Timóteo 5:17), mas isto não é sua função maior. Os pastores tomam certas decisões e supervisionam o rebanho, mas a maior parte do seu tempo é gasto com as ovelhas, provendo suas necessidades e cuidando delas individualmente.
O “Supremo Pastor” tem todo direito a esperar que os pastores das igrejas locais reflitam seu próprio amor e cuidado pelas ovelhas. Eles, também, precisam defender o rebanho (Tito 1:9-11); eles precisam alimentar as ovelhas labutando “na palavra e no ensino”(1 Timóteo 5:17); e precisam conduzir sendo exemplos para o rebanho (1 Pedro 5:3). Para cumprir tudo isto, eles precisam conhecer o rebanho, fazendo um esforço para conhecer cada ovelha pelo nome e ser conhecido por elas. Eles precisam contar o rebanho, não por orgulho, mas para saber exatamente quantas ovelhas estão sob sua responsabilidade. Se uma estiver faltando (não apenas à assembléia, mas à fidelidade diária), eles precisam estar prontos a ir e encontrá-la para que possam admoestar os insubmissos, consolar os desanimados, amparar os fracos, e ser longânimes para com todos (1 Tessalonicenses 5:14). Eles deverão estar dispostos a sacrificar até suas vidas.

Os pastores de um rebanho local têm que dar conta de cada ovelha (Hebreus 13:17). Considere o julgamento de Deus sobre os pastores de Israel: “Ai dos pastores de Israel que se apascentam a si mesmos! … Comeis a gordura, vestis-vos da lã e degolais o cevado; mas não apascentais as ovelhas. A fraca não fortalecestes, a doente não curastes, a quebrada não ligastes, a desgarrada não tornastes a trazer e a perdida não buscastes; mas dominais sobre elas com rigor e dureza. … as minhas ovelhas andam espalhadas por toda a terra, sem haver quem as procure ou quem as busque” (Ezequiel 34:2-6).

Considerando a temerosa inevitabilidade de tal relato, quem aspiraria ao episcopado? A resposta: somente aqueles que amam as ovelhas tão sinceramente que não podem suportar vê-las sem pastores. Estes são os únicos homens a quem Deus daria tal trabalho, e para eles é a promessa: “Ora, logo que o Supremo Pastor se manifestar, recebereis a imarcescível coroa da glória” (1 Pedro 5:4)

­por Sewell Hall

Mensagem de reflexão

A Pedra
O distraído nela tropeçou…
O bruto a usou como projétil.
O empreendedor, usando-a, construiu.
O camponês, cansado da lida, dela fez assento.
Para meninos, foi brinquedo.
Drummond a poetizou.
Já, Davi, matou Golias, e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura…
E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!

Não existe “pedra” no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.
Independente do tamanho das pedras, no decorrer de sua vida. não existirá uma, que você não possa aproveitá-la para seu crescimento espiritual. Quando a sua pedra atual, tenho certeza que Deus irá te dar sabedoria, para mais tarde você olhar para ela, e ter orgulho da maravilhosa experiência que causou em sua vida, no seu crescimento espiritual.
Desde que Jesus Cristo perguntou aos seus discípulos quem dizem os homens ser o Filho do Homem, obtendo a poderosa resposta do seu grupo íntimo: “Tu é o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16.13-19), que a Pedra foi posta no caminho da humanidade. A Pedra necessária para construção do novo caráter do homem. A Pedra insubstituível para edificação da família feliz. A Pedra para salvação de todo aquele que crer. É claro que a Pedra à qual me refiro só pode ser Jesus Cristo. E por que só pode ser Jesus Cristo?
Jesus Cristo não apenas representa todo o bem, Ele é o bem. Não é entre muitos caminhos um a ser seguido, Ele é o Caminho, (João 14.6). Ele não é anjo, um mestre por excelência, guru sábio, filósofo, um profeta, uma reencarnação dum espírito iluminado, nem arcanjo Miguel, nem avatar, nem espírito superior. JESUS CRISTO É DEUS!

Jesus Cristo afirmou: “Eu e o Pai somos um.”(João 10.30), ninguém nasceu como Jesus, duma virgem crente e consagrada a Deus, Maria. Ninguém viveu como Jesus, sem pecado. Ele desafiou as pessoas do seu tempo: “Quem dentre vós me convence de pecado?” (João 8.46) Ninguém morreu como Jesus, sacrificialmente pelos pecadores. E ninguém ressuscitou como Jesus, triunfalmente sobre a morte, o pecado e o diabo.

No entender do próprio apóstolo Pedro, a Pedra é Jesus e não Pedro, como afirmam secularmente os desembasados da Bíblia e da história, conforme lemos em 1 Pedro 2.4-8:

“Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo.
Por isso também na Escritura se contém: Eis que ponho em Sião a pedra principal da esquina, eleita e preciosa; E quem nela crer não será confundido.
E assim para vós, os que credes, é preciosa, mas, para os rebeldes, A pedra que os edificadores reprovaram, Essa foi a principal da esquina,

E uma pedra de tropeço e rocha de escândalo.”

Como vemos, prezados leitores, a Única Pedra necessária à humanidade é Jesus Cristo. Ponhamos n’Ele a nossa confiança completa, e O tenhamos como nosso Único e Suficiente Salvador.

Um abraço.

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Pr. Carlos César Januário
Presidente da Convenção Batista Baiana
Pastor da PIB de Rio Novo Ipiaú, Ba.
Colunista do Notícias de Ipiaú

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