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BA: PROFESSORES DA REDE ESTADUAL PARAM NESTA QUARTA-FEIRA
Após a paralisação da sexta-feira(28/09), os Professores da Rede Estadual voltam a cruzar os braços na próxima quarta-feira(03/10). De acordo com o Presidente da APLB, Rui Oliveira, o Governo Baiano não retomou as negociações. Ao Correio, Rui afirmou que enquanto as duas partes não se sentarem para negociar o que ficou acordado em julho, as paralisações programadas vão continuar.
Os Professores fizeram em 2012 a mais longa greve do funcionalismo estadual baiano. Com 115 dias de greve, os educadores retornaram ao trabalho sob a promessa de reajustes que variam de 22% a 26%, mas parcelados. Além do reajuste de 6,5% de abril, a categoria terá aumentos em novembro e em abril do próximo ano.
BA: PROFESSORES DA REDE ESTADUAL AMEAÇAM NOVA GREVE E FAZEM MANIFESTAÇÃO
Os Professores da Rede Estadual de Ensino realizaram assembleia nesta terça-feira (18), no Ginásio de Esportes do Sindicato dos Bancários, no Largo dos Aflitos, em Salvador, e decidiram fazer novas paralisações nos dias 28 de setembro e 3 de outubro.
De acordo com o Presidente da Associação dos Professores do Estado da Bahia (APLB), Rui Oliveira, a categoria decidiu parar para pressionar o governo a negociar. “Depois de mais de 100 dias de greve, voltamos ao trabalho, mas ainda não temos parecer de que teremos nossos direitos garantidos”, justificou Rui. Nos dois dias de paralisação, a categoria fará um ato público na Praça da Piedade, às 9 horas, seguido de uma caminhada até a Praça Municipal.
“Por enquanto faremos apenas manifestações, mas nada nos impede de voltarmos a deflagrar uma greve, já que o governo não se interessou em sentar à mesa para negociar itens como campanha salarial, mudanças no formato do ensino médio e outros itens a serem avaliados”, garantiu Rui. Read the rest of this entry »
BANCÁRIOS ANUNCIAM GREVE POR TEMPO INDETERMINADO
Os Bancários da Bahia aprovaram em assembleia realizada na quarta-feira (12/09), na Avenida Sete de Setembro, em Salvador, greve por tempo indeterminado no Estado a partir do dia 18 de setembro. De acordo com o Sindicato dos Bancários, a categoria rejeitou a proposta de 6% de reajuste salarial apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).
“A greve é nacional. Ontem [quarta-feira] teve assembleia em todo Brasil. Na Bahia, ela foi aprovada e só houve uma abstenção. Amanhã [sexta-feira] haverá uma rodada de negociação com bancos em São Paulo e na segunda-feira (17/09) haverá uma assembleia na Bahia para organizar a greve”, diz o Presidente do Sindicato, Euclides Fagundes Neves.
O Sindicato dos Bancários informou que o aumento real apresentado pela Fenaban é de 0,58%, uma vez que não teriam sido repostas perdas salariais. Os Bancários reivindicam reajuste de 5% acima da inflação, aumento do piso salarial de R$ 1,4 mil para R$ 2,4 mil, além de mais contratações e aumento da segurança nas Agências Bancárias da Bahia. Informações do G1.
PROFESSOR DE UNIVERSIDADE FEDERAL GANHA MENOS QUE POLICIAL RODOVIÁRIO
Os professores de universidades e institutos federais não receberam bem a proposta do governo, segundo entidades representativas, e vão se reunir no dia 23 para decidir os rumos da greve.
O Andes, sindicato dos professores de universidades federais, não quis informar se defenderá a manutenção da greve. “Para as universidades públicas brasileiras se desenvolverem é preciso ter uma carreira estruturada, não tabelas com valores jogados ao léu”, disse o segundo tesoureiro do Andes, Almir Menezes.
A proposta do governo estabelece prazo de até três anos para o reajuste total. “O MEC apresentou uma tabela sem um conceito de carreira e não disse quando isso vai ser aplicado. O problema é que no ano que vem pode ser só 1%, por exemplo.”
Menezes admitiu que os reajustes de 16% a 45% seriam “razoáveis” se entrassem em vigor imediatamente. Mas, com o horizonte proposto, de três anos, são “insuficientes”.
Institutos O Sindicato dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe) também criticou o plano. “Queríamos um salário robusto no início de carreia. O governo colocou um salário melhor a ser recebido no fim dela, e ainda é utópico, porque os requisitos a serem cumpridos para atingir esse teto são muito rígidos”, diz William Carvalho, um dos dirigentes do Sinasefe. “Além disso, em nossa rede, menos de 3% são titulares. Os R$ 17 mil (de salário) estão longe da nossa realidade.”
Nesta sexta-feira, o Sinasefe colocou em seu blog uma tabela que mostra que, mesmo com o reajuste, docentes com o cargo de professor adjunto 1, com doutorado, continuarão ganhando menos do que um policial rodoviário federal, que precisa ter o ensino médio. Informações do Estadão.
ITABUNA: RODOVIÁRIOS DESCUMPREM PROMESSA E CONTINUAM EM GREVE
O Sindicato dos Rodoviários de Itabuna descumpriu compromisso que havia assumido de encerrar a greve que teve início há uma semana na última terça (19) e permanece com o movimento na cidade do sul do estado. O fato faz com que 2 mil trabalhadores estejam sem trabalhar e apenas 30% da frota permaneça nas ruas, além de 50% em horários de pico. Estas porcentagens foram definidas pela Justiça para garantir que não haja radicalização total da greve. De acordo com o sindicato da categoria, a última rodada de negociações durou três horas nesta quinta, mas nenhum acordo foi alcançado. Os rodoviários exigem um mínimo de 12% de aumento.










