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Archive for the ‘Coluna Pr.Carlos César’ Category

OS CRISTÃOS E O HALLOWEEN – A FESTA DAS BRUXAS

Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma. (1 Cor. 6.12).

O Halloween além de nada ter a ver com a cultura brasileira, e mesmo se tivesse, é dedicado à magia, à bruxaria e as crendices, não cabendo na vida de cristãos renovados pelo sangue do Cordeiro, mesmo que sendo só por divertimento, não é compatível com o ensino bíblico.

Essa antiga tradição Celta,é mais praticada em países de língua anglo-saxônica que nos países de fala latina. Foi na Irlanda que essa tradição teve inicio e as pessoas comemoram fazendo fogueiras e as crianças andam nas ruas exclamando o famoso “tricks or treats”, que significa “doces ou travessuras”. A imigração irlandesa levou consigo para os Estados Unidos essa tradição.

A festa das bruxas não é uma festa cristã, assim como não o são também as festas Juninas, de Carnaval, da Cerveja (Oktoberfest), de Cosme e Damião e dos Círios de tantos lugares. Festas religiosas de qualquer natureza não são cristãs, como Yom Kippur, Ramadam, Todos os Santos e por ai vai. Cristão festeja o Domingo, para o culto público e cada dia da semana para a vida de consagração.

O cristão celebra o culto de louvor e adoração ao Senhor. Festeja a vida com gratidão pela salvação. Devemos tomar cuidado com a invasão de costumes, práticas e ritos que nos levam a festejar divindades, santidades e entidades.

Para nós a importância da festa é secundária. Importa-nos o Senhor Jesus Cristo. As festas de Natal e da Páscoa são importantes no que realçamos a pessoa de Cristo, não a tradição, nem tão pouco a diversão.

As crianças de nossas famílias podem aprender a fazer a diferença, sem que se sintam alienadas e deslocadas. Serão respeitadas e valorizarão a igreja de Cristo. É necessário que jovens e adultos saibam, também, dar o bom exemplo e terem a boa doutrina.

Quando muitos praticam algo, não significa que seja certo. O fato de crentes e de igrejas inteiras aderirem às práticas do mundo, não faz com que o erro se torne em acerto, nem que a escuridão se torne luz.

“Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte”. (Mateus 5:14).

PASTOR PAULO ROBERTO SÓRIA

ARTIGO DO PR.CCJ: PEGA NA MENTIRA!


“Fora ficam os cães, os que praticam feitiçaria, os que cometem imoralidades sexuais, os assassinos, os idólatras e todos os que amam e praticam a mentira.” – Apocalipse 22:15

Quão sério é o assunto da mentira. Hoje, 1º de abril, convencionou-se chamar de DIA DA MENTIRA. Seria tal pecado digno de merecer um dia para sua lembrança, sua prática, sua exaltação?! E nós, discípulos de Cristo, devemos participar de tão indigna data? Não sei se você que lê estas linhas já vacilou espiritualmente hoje, praticando, ainda que por brincadeira uma “mentirinha”!

Jesus nos revela que o Diabo é mentiroso e o pai da mentira (Jo 8.44). O texto de Ap 22.15, acima, está advertindo que não entrarão no reino de Deus vários praticantes de pecados hediondos, dentre eles a mentira.

A recomendação bíblica é que tenhamos uma só palavra, verdadeira, honesta: “Sobretudo, meus irmãos, não jurem nem pelo céu, nem pela terra, nem por qualquer outra coisa. Seja o sim de vocês, sim, e o não, não, para que não caiam em condenação.Tiago 5:12

Existem situações em que somos provados, se vamos falar a verdade ou não. Situações difíceis, tipo: “se ficar o bicho pega, se correr o bicho come”! Como se sair? Ainda que venhamos a sofrer o dano, é sempre preferível falar a verdade. Deus está do lado de quem é verdadeiro e sempre recompensará seus filhos que não mentem.

Algumas demonstrações do que disse atrás: se você tiver que mentir para salvar seu casamento, seu emprego, seu filho, sua vida financeira, sua posição na igreja, o que você fará? Lembre-se de que você poderá estar sendo provado pelo próprio Deus ou tentado pelo Diabo. Como discernir esta questão? Sempre falando a verdade. Jesus disse: “…Eu sou …a verdade…” (Jo 14.6).

Um jovem procurou seu pastor para dizer-lhe: Pastor, estou há três dias sem pecar! Ao que o homem de Deus respondeu: Pronto! Pecou agora, mentiu! (rrsss…)

“Não mintam uns aos outros, visto que vocês já se despiram do velho homem com suas práticas.” Colossenses 3:9

Peçamos a Deus firmeza de caráter, sabedoria e honestidade para sempre falarmos e vivermos a verdade.

Pr. CC Januário
Colunista do Notícias de Ipiaú

MENSAGEM DO PR. CCJ: RICO!… E MORTO!

Por Carlos César Januário(Pastor da PIB de Ipiaú)

“Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele.” (1 Timóteo 6:7).

O escritor russo Leon Tolstoy escreveu a história de um escravo que, além de receber a liberdade, recebeu também uma recompensa de seu senhor pelos fiéis serviços que prestara durante a vida: seria dono de tanta terra quanto pudesse percorrer em um dia.

O homem se levantou com os primeiros raios do sol. Ele não descansou nem parou um minuto, até comeu andando, para não desperdiçar tempo. Passo a passo, o tamanho da futura possessão do ex-escravo aumentava. O sol começou a se pôr; ele então apressou os passos. Aquela campina, aquela floresta e aquele campo tinham de ser seus! À noite, ele chegou ao ponto inicial com um sentimento de satisfação: “Agora tudo me pertence!” E logo depois caiu morto, fulminado por um ataque cardíaco. A conclusão da história de Tolstoy é a seguinte: o ser humano precisa de muito pouca terra – apenas sete palmos sob o chão!

Esse conto nos lembra de que caixão não tem bolsos. Mas como nos esquecemos facilmente disso! Trabalhamos tanto para podermos adquirir muitas coisas. Mal as conseguimos já queremos outras mais. Somos pegos em um círculo vicioso infindável e esquecemos, ou deliberadamente preferimos ignorar, o fato de que o tempo em que seremos obrigados a deixar tudo para trás um dia vai chegar. E tal momento às vezes vem com uma velocidade assustadora!

Não é confortável pensar nisso. Mas temos de abrir os olhos para a realidade: não são as coisas materiais que irão durar. Somente aquilo que vem de Deus permanece na eternidade. “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor” (Romanos 6:23).

Extraído do devocional BOA SEMENTE.

ARTIGO DO PR. CC JANUÁRIO

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“Eduquem as crianças e não será necessário castigar os homens.” (Pitágoras)

A Palavra de Deus recomenda: “Instrue a criança no caminho em que deve andar, e quando envelhecer não se desviará dele.” (Pv 22.6)

O que está acontecendo com o sistema de educação pública no Brasil e no mundo? Por que tanta violência entre crianças e colegas e educadores? Me parece que o sistema público e privado de ensino estão falindo. As muitas correntes pedagógicas não estão se mostrando capazes de, com eficiência, dar uma educação holística aos nossos filhos em idade escolar. A remoção dos marcos antigos, postulados seculares da educação, foram rejeitados no século vinte e substituídos por novos e revolucionários paradigmas educacionais. Porém, muito cedo estamos apavorados e desorientados sobre os efeitos que estamos recebendo. Os novos pensamentos defendidos pelos ex-pensadores e atuais estão implodindo a sociedade. As crianças de hoje serão os líderes de amanhã. Serão aqueles que vão “cuidar” de nós. Que tipo de cuidadores e líderes estamos formando?

A degeneração do gênero humano nunca foi tão intensa quanto nos nossos dias. Apesar do acúmulo de conhecimento. Do crescimento econômico, dos avanços políticos e dos saberes seculares, nunca vimos tantas angústias nas famílias, trevas nos relacionamentos que por mais que se favoreçam das facilidades cibernéticas, são sincréticos em suas intenções e despidos de santidade.

Se continuarmos desafiando e negando a veracidade da Palavra de Deus em nossos dias, não instruindo a criança no caminho em que ela deve andar, mas deixando-a seguir suas próprias inclinações, deixando de corrigí-la com amor, não lhe oferecendo um exemplo de vida digna de ser imitada, aí nem o nosso saudoso filósofo e matemático Pitágoras estará certo.

Repensemos os antigos marcos, comparando-os com os atuais que nos são oferecidos pelos modernos modelos de famílias e escolhamos, mesmo na contra mão da modernidade, aqueles velhos e eficazes marcos que geraram homens e mulheres de respeito, úteis e produtivos na sociedade.

Pr. Carlos César Januário

Pib de Rio Novo – Ipiaú, Ba.

ARTIGO DO PR.CCJ: A VOLTA DE CRISTO

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O ensino bíblico sobre a volta de Cristo decisivamente não é um assunto que nos agrade muito. E isto porque vivemos num mundo pragmatista, i.é., onde buscamos respostas rápidas e soluções imediatas para nossos dilemas. Qualquer religião serve se oferecer respostas imediatas aos problemas e necessidades dos homens. Como a volta de Cristo ainda é um mistério, até mesmos muitos cristãos não o aguardam mais, esperam tão somente ir até ele. Sabe como é, “se Maomé não vai até a montanha, a montanha vai até Maomé.”

A Igreja cristã hodierna não tem enfatizado este ensino. Seja pela complexidade dada pelos eruditos da Bíblia, seja pela negligência dos atuais estudiosos e expositores da Bíblia. Mas, seja como for, o ensino está lá na Bíblia e devemos conhecê-lo com profundidade. Tal ensino renova e fortalece a nossa fé. Faz-nos viver na expectativa do seu retorno e consequentemente nas faz viver desapegadamente das coisas materiais.

Interessante é que muitos gostam de saber como será o final do filme, do livro, da novela, da peça teatral. Ao estudar a Bíblia, vemos como foi o início de tudo e qual será o final. O livro de Gênesis fala do princípio de todas as coisas e o Apocalipse (do grego, significa revelação) fala do final de todas as coisas. Penso que para o cristão seria natural conhecer sobre o final da história, da volta de Cristo.

Ela será repentina. A data não se pode conhecer, apenas sinais. Todos verão Jesus voltando. Ele virá como Juiz. Todos os seres humanos que já passaram pela face da terra e os que vivos estiverem na sua vinda, comparecerão diante dele para serem julgados. Com excessão dos salvos, que não serão condenados mas galardoados, ou seja, recompensados.

O assunto é por demais grandioso para mesmo resumir neste simples artigo. Porém o ventilamos como necessário para nossa lembrança. Maranata, ora vem Senhor Jesus!

Pr. Carlos César Januário

PIB de Rio Novo – Ipiaú, Ba.

ARTIGO DO PR. CARLOS CÉSAR JANUÁRIO

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“VÓS SOIS A LUZ DO MUNDO” (Mt 5.14)

A frase acima, foi o que disse o Mestre Jesus aos seus discípulos no início do seu grande sermão ao pé da montanha.
Muito embora vivamos num mundo tão “iluminado”, pode-se fotogragar do espaço sideral os países mais iluminados do planeta, carecemos de luzes.
Thomas Alva Edison, o grande inventor americano do filamento incandescente que culminou com a invenção da lâmpada elétrica, precisaria ver o negrume moral e espiritual dos nossos dias. De certo ficaria pasmado.
As luzes morais e espirituais de que falo, existem, mas em quantidade rara e diminuta. Por isto o tema “Falta Luz”.
As densas trevas morais e espirituais que pairam sobre o nosso mundo nos envergonham e assustam. Temos horror da escuridão, que nos limita e frusta. A escuridade é medonha, assaz perigosa. É nas trevas que se maquinam e se realizam todas as perversidades. Escuridão é sinônimo de maldade. Luz sinônimo de bem, de beleza, de vida. Trevas associam-se à morte e ignorância.
Precisamos de homens dos quais falou o Senhor Jesus: “luz do mundo”. Thomas Edison foi um deles, literalmente.
Homens-luzes que não se resumam a Vaga-lumes, como dizia o cantor e compositor Braguinha: “Vaga-lume gota de luz que voa…” Homens-luzes que não se intimidem de brilhar, brilhar qual farol ao alto mar, dando direção e norte aos marinheiros dos mares revoltosos. Quanto maior a tormenta do mar e o opaco do céu sem lua e sem estrelas, projetem seus fulgurosos raios de luz.
Está faltando luz no mercado da vida. Onde encontraremos? Na política? Na educação? Na agricultura? No turismo? (…)
Tenho uma Boa Notícia (Evangelho) para afirmar-te, prezado leitor, já encontrei a Luz que procurava. Agora não sou mais cego envolto num céu sem sol. Meus dias de trevas acabaram-se. Nos meus olhos já não é mais noite, encontrei a Luz Verdadeira, Luz que se você quiser também poderá tê-la, a Luz é JESUS CRISTO. Ele também afirmou e viveu de tal modo que comprovou ser o que disse, “EU SOU A LUZ DO MUNDO, QUEM ME SEGUE NÃO ANDARÁ EM TREVAS.” (João 8.12)
Amigo, não perca sua vida nas trevas, busque a Luz que é Cristo. Se te faltava, não falta mais. Deposite-a no teu ser interior, no teu coração e desfrutarás de alegre viver eterno sob o foco perene de Sua luz.

Pr. Carlos César Januário
Pib de Rio Novo – Ipiaú, Ba.
Colunista do Notícias de Ipiaú

ARTIGO DO PR.CCJ: PARA ONDE VAMOS COM TANTA PRESSA

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A prova de que você já está começando a melhorar é ter parado para ler esta breve reflexão.
Hoje em dia a maioria das pessoas já não reflete, mas age por intuição ou reaje por instinto, por isto e muitas coisas mais tanta gente enferma, frustada, decepcionada.
Nas palavras do Dr. M. Carrot em A TIRANIA DO URGENTE, “criamos carros cada vez mais velozes mas não temos pressa para pedir perdão. Alcançamos a lua mas não cruzamos a rua para falar com um vizinho”. E assim por diante, vamos passando pela vida apressados, afobados, existindo mas não vivendo. Acrescentando anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Lamentável que as pessoas se permitam tais situações e se transformem em meros produtos do meio em que vivem.
Alguns povos do nosso imenso planeta têm muita pressa: suiços, ingleses, americanos, japoneses e outros são estressados quanto a pontualidade em seus compromissos. Mas ao final, que fazem com os minutos ou horas que lhes sobram?! Armas de guerra cada vez mais sofisticadas e poderosas, descrentes de Deus atolam-se na frieza intelectual, desumanizam-se por engordarem suas contas bancárias às custas da miséria dos países em desenvolvimento. Para onde vamos com tanta pressa? Onde queremos chegar? Se pelo menos o fim fosse uma humanidade mais justa, sensata, humilde, humanitária… Mas não!!! Oh horas, dias, meses, anos, milênios que não findam, não findam a nossa dor, não findam nossa ganância, não findam a nossa pressa pelo nada. Para que tanta correria? Nas palavras sábias do nosso Mestre Jesus Cristo: “De que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma?” (Mateus 16.26)
Convém refletirmos sobre a atual conjuntura das coisas. Em como estamos contribuindo para este estado das coisas. Sejamos, ainda que patéticos, quais colibris voando com esperança de apagar o imenso incêndio na floresta da vida com uma gotinha d’água no longo bico, mas fazendo a sua parte.
Vivamos mais e melhor, se tivermos pressa que seja para amar, amparar, compreender, tabalhar sem avareza ou ganância tola e repartir toda nossa felicidade. Tenhamos pressa para expressar carinho, ajudar o menos favorecido e servir ao nosso próximo.

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Pr. Carlos César Januário
Primeira Ig. Batista de Rio Novo (Ipiaú, Ba)
Colunista do Notícias de Ipiaú

Sobre a Chacina em Realengo no Rio, Minha opinião

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Diz o Senhor em Sua Santa Palavra: “NÃO MATARÁS.” Êxodo 20.13

Consternação, dor e muitas lágrimas, é assim que me sinto, igual milhões de pessoas no Brasil e no mundo ao tomarem conhecimento do ocorrido na quinta-feira dia 07.04 deste ano. São muitas as perguntas que nos fazemos agora. E a nós cabe refletirmos mesmo.

Nâo há apenas uma causa que levou o jovem Wellington de Oliveira a praticar a edionda chacina das doze crianças mortas na escola. Na minha opinião, uma gama de problemas contribuiram para tal desenlace. O jovem era filho adotivo, solitário, mergulhado na internet, anti social e com fortes sintomas de psicopatias. Não vamos absolutizar e dogmatizar dizendo que todo filho adotivo ou quem vive absorto na internt é psicopata. Mas suas frustações se iniciaram bem cedo sem que as pessoas próximas dele percebessem e oferecessem ajuda. Um alerta para que observemos os atuais jovens ou adultos com tais comportamentos. Faltou muito na vida do assassino frio, calculista e perfeccionista: faltou carinho, faltou amizades sinceras, faltou diálogo, faltou a educação cristã e não apenas a secular, faltou aprender sobre rejeição, o oferecimento de perdão, os limites da vida. Este jovem não é culpado sozinho. Todo o seu histórico de vida foi marcado, certamente, pela antipatia dos seus próximos. Do desprezo sofrido pelos que lhe praticaram bulling. Dos que lhe negaram o testemunho cristão. As falhas próprias da família. A negligência das autoridades em não proibir a compra de armas e munições. A falta de limites na internet. O uso libertinoso da liberdade sem responsabilidade. Não quero ser advogado do Diabo. Meus amigos, eu poderia continuar enumerando outras causas, mas quero ser breve e permitir que outros também opinem. Porém, quero citar a principal causa, na minha singela opinião, que muito contribuiu para o fatal desfeche do Wellington de Oliveira:

Faltou Deus na vida dele.

Deus é amor, não é religião, não é preconceito, não é barreira e nem é cafona falar em seu nome. Temos tirado Deus de nossa vida. Não sabemos conversar com Ele. Não recorremos a Ele em nossas angústias, preferimos tomar remédios ou fugir d’Ele e se refugiar nas drogas, no sexo pevertido, nas glutonarias gastronômicas eivadas de álcool e o que vier. Temos evitado aprender sobre Deus nas escolas; nas faculdades se ironiza e se ridiculariza tudo ou todos que ousem crer n’Ele. Se continuarmos assim, jamais aprenderemos a amar, pois sem Deus nunca haverá amor verdadeiro entre as pessoas. Choremos, nos arrependamos, reflitamos e voltemos para Deus logo, rápido antes que outras chacinas semelhantes ou piores que estas aconteçam.

CARLOS CÉSAR JANUÁRIO *Colunista do NI

PASTOR BATISTA

Artigo do Pr CCJ: Os Valentes do Senhor‏

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Será bom que você leia o texto bíblico de Juízes caps. 7 e 8.

Gideão, hebraico, significa Cortador, o quinto dos juízes de Israel, foi um homem de Deus notável. A princípio ele prova a chamada do Senhor por meio do novelo de lã (Jz 6.36-40). Obtém a confirmação da sua fé e vai livrar Israel das invasões dos midianitas com um irrisório “exército” de apenas trezentos homens. E não é que eles conseguem abater mais de 120 mil soldados midianitas! De que maneira, você pergunta? Da maneira de Deus. No capítulo 7.22 vemos como o próprio Deus os livrou de maneira inusitada e tremenda.

Algumas lições aprendemos com esta narrativa:

Deus, para realizar sua obra, não precisa de quantidade mas de qualidade. Ele dispensou 99% do exército de Gideão, ficando com apenas 1%, ou seja 300 homens.

Algumas qualidades que Deus procura e encontra em Gideão e seus trezentos valentes: Disposição (8.4b) eles estavam cansados, eu diria, esgotados, mas ainda estavam perseguindo, combatendo. Obediência (7.17) se existe algo que Deus quer e busca em seus servos é a obediência. Esta foi e é, sem dúvida, a grande diferença para aquele que se propõem servir ao Senhor.

Humildade e Simplicidade (7.4-7) somente os que beberam com as mãos foram selecionados por Deus. Eram servos humildes que não faziam exigências para servirem. E quanto a nós hoje?

Gideão provou o melhor de Deus porque não esperou que outros fizessem a obra de Deus, mesmo com suas limitações e filho de uma família idólatra. Ele venceu seus gigantes porque ousou confiar em Deus mesmo diante de tanta adversidade.

Irmãos, nossa realidade não difere muito da de Gideão. Temos gigantes à nossa frente, desafios intransponíveis e são poucos os fiéis que se apresentam para a batalha. Obteremos vitórias semelhantes as de Gideão? Eu creio que tudo é possível, e que nada é impossível para Deus, basta uma palavra Dele e os montes se removerão. Maior é Deus que está conosco do que aquele que está no mundo. O que Deus registrou em Sua Palava, o fez para nos servir de testemunho e incentivo para lutar e vencer as batalhas do Senhor.

Sejamos quais os trezentos valentes de Gideão, porque o Senhor dos Exércitos está conosco, Ele é o Deus de vitórias.

Pr. CC Januário

ANO NOVO RECOMEÇAR

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Acreditavam os gregos que a história da humanidade era cíclica, ou seja, ele se repete. Certos ou não, eles tiveram muitos acertos.

Precisamos mesmo de certas rotinas diárias, mensais e anuais. Faz parte da vida algumas repetições. Porém, não devemos nos fixar nelas.

Que será neste ano novo? O que nos reservam os novos dias que estão chegando? Nada sabemos. Fazemos novos planos, mas a resposta exata do que sucederá cabe a Deus, Senhor onisciente. O certo é que devemos planejar, sonhar e desejar o melhor, o progresso.

Aqueles sonhos que não se realizaram precisam serem sonhados de novo. A persistência é uma forte virtude do nosso caráter. Por isso o negócio é persistir, insistir e não desistir. Jesus nos ensina a pedir, buscar e bater (Mateus 7.7,8).

Com isto Ele nos ensina a sermos perseverantes. Não desistir tão facilmente dos bons sonhos. Mas ir a luta, enfrentar obstáculos, transpor as barreiras. O rio só consegue chegar ao mar, porque aprendeu a vencer as barreiras ao longo do seu leito. Ele dá milhares de voltas para chegar ao seu objetivo, o MAR. Assim a natureza nos ensina a recomeçar de onde paramos, a prosseguir e ir avante.

Deus nos presenteia com mais um Ano Novo. Não desperdicemos, mas aproveitemos para avançar e conquistar o impossível.

Por isso, então, avante!

Pr. Carlos César Januário

Pastor da PIB de Rio Novo
Colunista do Notícias de Ipiaú

NÃO ESTAMOS SÓS

Quando Adão e Eva pecaram, acaso Deus os abandonou? Mesmo quando Caim cometeu o hediondo assassinato do próprio irmão, Abel, Deus o desamparou?

Jacó fugia da fúria do seu irmão Esaú, ele esteve sozinho ou abandonado por Deus?

Prosperou sozinho ou Deus era com ele?

O povo de Israel peregrinou por quarenta anos no deserto. Por todo este tempo, mesmo diante de tanta rebeldia do povo, tanta ingratidão e desobediência, Deus nunca os deixou.

Podemos confiar na onipresença de Deus em nossa vida.

Davi louvou ao Senhor no Salmo 139.7-12 por sua presença e envolvimento conosco desde o ventre de nossa mãe. Ele nos acompanha sempre e sempre estará conosco.

E quando o próprio Senhor Jesus Cristo se viu “desamparado”, na verdade, na verdade, Ele nunca esteve só, longe da presença do Pai. É que o Pai, por um instante, desviou o seu rosto, seu lindo rosto, da vexação do pecado em que Cristo se tornou ali na cruz. E fomos nós os culpados por tamanha dor.

Da próxima vez que você reclamar pela presença e participação do Senhor em sua vida, é bom lembrar que Jesus também se chama EMANUEL – i, é, DEUS CONOSCO!

Se alguma vez você pensar em desistir e querer abandonar tudo e todos, pare um pouco e reflita: com você está o Deus que tudo pode. Ele tem mais de mil maneiras diferentes para resolver um único problema seu! Então, por que se desesperar? Espere no Senhor, seu amor por você o leva a fazer proezas, só por você.

Acredite na força do amor de Deus por você. Levante-se e recomece a andar. AVANTE!

“E eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”. (Mt. 28.20b)

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PR. Carlos César Januário
Pib de Rio Novo – Ipiaú, Ba.
Colunista do Notícias de Ipiaú
pr.ccj@pibrionovo.org


ANO DE ELEIÇÕES

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Lá vamos nós outra vez às urnas. Isto é bom, pois vivemos num país “democrático”.

Se por um lado ficamos decepcionados com muitos políticos que se revelam corruptos e corruptores, por outro lado vemos um número reduzido deles se mostrarem dignos da nossa confiança e capazes para desempenho do mandato.

Somos nós quem escolhemos o candidato. Aqui vão algumas dicas sobre como escolher bem o nosso representante. Use estas dicas com seriedade, só assim teremos menos corruptos no poder:

1. Conheça a história de seu candidato. Procure se informar.

2. Conheça a proposta política do partido escolhido.

3. Se o candidato for um evangélico, veja se pode merecer o seu voto, seguindo todas as dicas.

4. Observe a vida em família do candidato, sua vida financeira, matrimonial, religiosa e tendência sexual.

5. Observe a carreira profissional e política dele.

6. Se responde a processos na justiça, ele não tem ficha limpa, evite-o. Escolha outro.

7. Seria bom não reelegermos ninguém. Assim evitaríamos que muitos políticos que já se corromperam fossem reeleitos.

8. Cuidado com as coligações que os partidos fazem entre si. Se não simpatizar não vote naquele partido.

9. Como cristãos não devemos votar em quem defende leis contrárias aos ensinos bíblicos. Avalie seriamente seus candidatos e partidos.

Neste ano de eleições não podemos nos esquecer da maior e melhor eleição já realizada em toda história da humanidade: aquela em que Deus nos escolheu e nos elegeu para a salvação através de Cristo Jesus seu Filho.

Isto mesmo, Deus nos elegeu em Cristo para salvação. Agora o homem tem que também eleger a Cristo como seu Salvador e Senhor. É uma aliança ou pacto recíproco. Ambos se elegem (eleição quer dizer escolha), Cristo e o ser humano.

Divulguemos esta mensagem a toda gente, afim de que todos elejam a Cristo como seu Salvador, pois Ele já nos elegeu para a salvação (Leia I Pedro 2.9).

Avante.

Pr. Carlos César Januário

PARA QUE CRER EM DEUS?‏

“Sem fé é impossível agradar a Deus: porque é necessário que aquele que dele se aproxima creia que Ele existe, e é galardoador dos que o buscam,” (Hb 11.6)

A fé podemos comparar a uma espada afiada de dois gumes, poderosamente cortante. A depender do uso que dela fizermos poderemos nos sair bem ou mal. Ela vai alem dos sentimentos, pois a fé se materializa em ações, atitudes, decisões e matéria palpável.

A nossa fé, nossa certeza, nossa confiança na pessoa de Deus lhe alegra, lhe agrada. E consequentemente somos recompensados. Desde o sentimento de alegria e satisfação, ao prazer da paz e da segurança.

A romancista brasileira, cearense Rachel de Queiroz, certa vez em entrevista a uma famosa revista de circulação nacional, afirmou que “gostaria de ter uma fé” que “é uma tristeza não ter uma fé.” Pobre mortal que desvia a sua fé da Única pessoa que merece crédito, Deus, para transferi-la para outros deuses como o poder, a fama, as posses materiais, o trabalho, o prazer hedonista, o dinheiro, a aceitação da maioria, ou à sua própria pessoa. Isto porque se o homem não deposita sua fé em Deus, procurará aplicá-la a outro ser, que pode ser inclusive a si mesmo.

Para que crer em Deus? O homem sempre procura obter lucro em quase tudo que faz na vida. Assim, no campo sobrenatural, ele busca resultados que lhe satisfaçam. Talvez, por isto mesmo, Deus sabendo do seu interesse pragmatista, assegura bens espirituais aos que lhe direcionam a fé. Senão vejamos alguns:

A fé cura as enfermidades psicossomáticas e físicas. São muitos os registros bíblicos de curas efetivadas por Deus, por Jesus Cristo, pelos profetas e apóstolos.

A fé harmoniza o ser humano consigo mesmo. Principalmente se este busca em Deus, única e verdadeira fonte de paz e de segurança perenes. No encontro com o divino o homem lucra com a centralização do seu ser interior com o seu Criador. E aí será só alegria!

Fé todos tem. Quer admitam ou não. O problema não é crer se se crer, mas em que se crer. Deus nos fez crentes, a dúvida veio com Satanás. Questionar não parte da incredulidade, mas da busca sincera por respostas convincentes para nossa alma. Que uma vez encontradas, descansa confiadamente. Mas a dúvida é uma perversão da vontade humana que leva o homem a rejeitar a verdade propositalmente.

A fé traz salvação. Muitos registros bíblicos nos encantam ao revelar o amor de Deus pela humanidade, quando Jesus cura, perdoa e salva não apenas o corpo, as emoções, mas principalmente anuncia a salvação da alma… “a tua fé te salvou”.

A fé restaura a alegria e o prazer de viver. Um belo hino da hinódia cristã diz: “Em nada ponho a minha fé, senão na graça de Jesus. No sacrifício remidor, no sangue do bom redentor. A minha fé, e o meu amor, estão firmados no Senhor. Estão firmados no Senhor.” (Cantor Cristão no. 366 Firmeza).

Que alegria maior pode haver senão aquela do crente que prazerosamente louva, descansa, firma-se e sossega sua alma no Deus verdadeiro e digno das suas esperanças?

Agora já não é mais para que crer, mas em quem ou em que vou crer. Eu creio em Deus que me deu seu Filho Jesus Cristo e sua bendita Palavra. Vale à pena crê-lo, mesmo que não houvesse céu e inferno, pois a fé em sua pessoa nos torna melhores em qualidade de vida e de ações. Em Deus você pode confiar. Ela não nos decepciona nunca.

Pr. Carlos César Januário

Pastor da PIB de Rio Novo, Ipiaú-Ba.

Presidente da Convenção Batista Baiana

IGREJA RENOVADA OU IGREJA REFORMADA?‏

No século XVI um servo de Deus chamado Martinho Lutero, então padre católico, inconformado com a situação espiritual da sua igreja, que afastada da Bíblia ensinava doutrinas estranhas como a existência do Purgatório, compra de indulgências para tirar as almas do purgatório e levá-las ao céu, a infalibilidade papal, batismo como meio de salvação, etc., resolveu protestar contra tais discrepâncias. Fez seu pronunciamento afixando noventa e cinco teses no Castelo de Winteberg, Alemanha. Esta era a forma de provocar debates para esclarecimento do povo. E conseguiu, assim, dar início ao movimento denominado depois de Protestantismo.

Ele foi expulso da igreja Católica, que até hoje continua distanciando-se mais e mais da Palavra de Deus por insistir nos mesmos ensinos contrários à Bíblia Sagrada. Mas suas idéias ganharam o mundo, trazendo a verdadeira Igreja Cristã de volta à Bíblia. Há quem discorde por afirmar que existiam outros grupos fiéis a Bíblia, como os Anabatistas, à época de Lutero, que não compactuavam com a igreja estatal apóstata.

Lutero converteu-se a Cristo verdadeiramente. Casou-se e tornou-se pastor e escritor de renomadas obras cristãs, inclusive traduziu a Bíblia do latim para o alemão, versão conhecida como a Vulgata. Todo o seu esforço foi para a purificação da igreja cristã, para a santidade de sua vida.

Hoje vemos o movimento da renovação em voga. Mas que renovação?! A que temos presenciado no nosso país envergonha a fé cristã, descaracteriza o Evangelho bíblico, e mais uma vez distancia-nos dos princípios cristãos advindos da própria Bíblia. Hoje fala-se de sal grosso nos cultos, rosas ungidas, óleo da unção, roupas brancas, sopro de espírito, sapatinhos de fogo, “baladas gospel”, prega-se prosperidade e não arrependimento, sucesso e crescimento e não humildade e maturidade. Por estas breves citações de acontecimentos bizarros à fé cristã, vemos o quão longe estamos da Bíblia, nossa fonte de fé e de prática.

Creio que estamos vivendo uma bagunça espiritual. As igrejas, os pastores e os seminários estamos todos falhando na formação de nossos membros e futuros líderes. Onde estão os responsáveis por esta miríade de “pastores” mais interessados em crescer numericamente, Midas e cifrões, que espiritualmente?

Não vejo lugar para este tipo de renovação, que por décadas seguidas mais afastam o povo evangélico da Bíblia, portanto, de Deus. Necessitamos com grande urgência de voltar aos postulados de Martinho Lutero e seus reformadores. Precisamos voltar à Bíblia sob pena de fracassarmos como igreja e demais instituições. Segundo Jim Collins, em seu livro How the Mighty Falls, O declínio de uma igreja passa por cinco estágios nem sempre fáceis de perceber:

Autoconfiança como fruto do sucesso; A ganância e a busca desenfreada por mais crescimento; Ignorar informações críticas, a negação dos riscos; Reagir aos problemas usando artifícios que não são os melhores; e Rendição, o fracasso total. Eu acrescento mais dois: Orgulho e abandono dos princípios sobre os quais fomos construídos.

Martinho Lutero afirmou certa vez: “Ou a Bíblia me afasta do pecado, ou o pecado me afasta da Bíblia”.

Que decisão você tomará?

O mundo clama e espera pelos verdadeiros servos de Deus.

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Pr. Carlos César Januário

Pastor da PIB de Rio Novo – Ipiaú, Ba.

Presidente da Convenção Batista Baiana

CRISTO É SUPERIOR A PÁSCOA

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Páscoa, palavra de origem hebraica, passagem, uma das três grandes festas judaicas, em comemoração do êxodo e da libertação dos israelitas do Egito. Pode-se ver a origem divina desta festa em Êxodo cap. 12. O povo de Deus reunia-se no primeiro mês de cada ano, aos quatorze dias, para comemorar a páscoa, geralmente à tardinha. Iniciou-se com uma refeição sacrificial, que consistia de um cordeiro assado, ou um cabrito, pães asmos e ervas amargas. O cordeiro servia para recordação do sacrifício; o pão sem fermento, da pureza; e as ervas amargas, da servidão amarga no Egito.

Cristo a observou, porém, não instruiu sua igreja a celebrá-la, posto que era uma festa nacional dos judeus. Tem, todavia, implicação ou significado espiritual para toda a humanidade.

Havia, inclusive, o costume de soltar um prisioneiro durante a páscoa. Lemos em João 18.39,40 que por ocasião do fatídico e falso julgamento de Jesus Cristo, preso e “condenado” à morte, que Barrabás, um criminoso e salteador, fora preferido pelo povo em lugar de Jesus Cristo.

O apóstolo Paulo em sua veemente exortação à igreja de Corinto (1 Cor 5.7,8), asseverou que a igreja deveria limpar-se do velho fermento (doutrina estranhas e práticas ilicitas, como no contexto, do membro que praticara incesto). E celebrar festa de modo espiritual puro, já que Cristo é a nossa Páscoa.

Vemos pelo arrazoado acima, que Cristo, agora nossa páscoa, nossa libertação, deve ser adorado tal como asmos (pães sem fermento, puros), que no caso, com sinceridade e verdade em nossa vida.

Depreendemos, pois, que Cristo é superior às tradições judaicas de suas festas religiosas. Mas nem por isto, devemos deixar de festejar, não a páscoa, mas Cristo, nosso Cordeiro Pascal.

Sendo assim compreendido, podemos celebrar. Não com coelhos, ovos de chocolates, etc., mas com a compreensão bíblica desta festa. A de que Cristo ressuscitou, conquistando para nós a passagem ou a libertação da morte para a vida.

Uma abençoada Páscoa em Cristo para todos.

Pr. Carlos César Januário

Pastor da PIB de Rio Novo – Ipiaú, Ba.

Presidente da Convenção Batista Baiana