Archive for the ‘Coluna Orlindo Lopes’ Category
IPIAÚ ESTRÉIA COM VITÓRIA IMPORTANTE FORA DE CASA
Por Orlindo Lopes
A estréia da Seleção de Ipiaú no Campeonato Intermunicipal de 2010, apesar das adversidades, como campo ruim, elameado, e com dimensões reduzidas, arbitragem confusa, e de ter enfrentado uma Seleção apenas razoável, quem foi Ituberá teve a chance de ver um jogo que o time ipiauense tornou fácil. Mesmo com domínio amplo desde o início, Ipiaú apresentou alguns erros defensivos, e somente na segunda etapa se atirou organizada pra cima do adversário, imprimiu velocidade, impôs a sua superioridade, e ainda que com algumas dificuldade naturais de uma estréia, tocava a bola, marcava forte, se mostrava consistente na marcação defensiva, ativa no meio de campo, rápida no ataque, superioridade que perdurou até o final.
Na verdade não foi um primeiro tempo brilhante. Ipiaú se atrapalhava quando tentava ligar o meio com o ataque com passes longos, o campo encharcado não dava condições para isso, em alguns momentos titubeou em seu sistema defensivo, alguns passes errados no setor de criação, mas foram defeitos que o treinador João Carlos anotava para tentar, e conseguiu, arrumar no intervalo. Do lado da Seleção de Ituberá, nada que pudesse incomodar. Embora tenha tentado alguma coisa, chegando a perder duas boas chances de gol no primeiro tempo, uma delas, Karô salvou em cima da linha, é Seleção pobre de técnica, tremeu diante do futebol ipiauense, e aos poucos foi cedendo espaços, até que sucumbiu de vez. Sem dúvidas respeitou demais o time ipiauense, com quem pela primeira vez jogou pelo Intermunicipal.
Para a etapa final, a Seleção ipiauense voltou mais arrumada, não repetiu os erros, permaneceu dominando, mas a partir dos dez minutos usou de um expediente que foi mortal para o adversário, o contra-ataque. Fruto disso, aos dezesseis minutos, Ronaldo, em escapada rápida, sofreu pênalti, Giba cobrou e abriu o placar. Aí, foi jogo de um time só. Domínio total e absoluto.
Mesmo com as rédeas do jogo, Ipiaú só veio marcar o segundo gol aos quarenta e dois minutos, através de Ximbica, após jogada belíssima de Renilson, que havia entrado no lugar de Ronaldo, também num contra-ataque. As mexidas processadas por João Carlos foram de tal forma acertadas que não alteraram em nada a postura do time em campo.
Destaques para todos os jogadores ipiauenses, com menção honrosa, por justiça, para Igor, o melhor do jogo.
Fotos: Edla Almeida
Atlanta: O sonho acabou!
Por Orlindo Lopes
O sonho acabou! Foram dias de muita expectativa, muita ansiedade, muita esperança! As quatro vitórias consecutivas do Atlanta, contra Poções e Guanambi, após um mal começo, abriram os horizontes e embalaram o sonho de uma cidade inteira, que via se avizinhar a chance de estar na divisão de elite do futebol da Bahia, no ano de 2011. E sonhar não paga nada, segundo o dito popular, mas a realidade foi melancólica!
Bem que Ipiaú, sua gente, seus torcedores fantásticos e fiéis, que são, sem favor, os melhores de todo o interior do Estado, mereciam um final mais feliz! E nós, todos nós, que temos militado no futebol ipiauense, quer como diretores de clubes, ou membros da imprensa local, tanto com o Atlanta quanto com a Seleção de Ipiaú, continuamos devendo ao vibrante e magnífico torcedor de nossa terra, pelo menos uma participação mais convincente, e uma esperança mais viva de uma conquista.
As esperanças com o Atlanta se foram, mas já estamos renovando nossas forças para uma provável boa participação da nossa Seleção no Intermunicipal deste ano de 2010.
Temos que depositar nossas esperanças na juventude e no dinamismo da ótima atual Diretoria da Liga Desportiva de Ipiaú, a quem desejamos muita sorte.
Aproveito para ressaltar o trabalho eficaz e sério da Diretoria do Atlanta, e permitam citar Eduardo Catalão, Marcelo Silva, Paulinho, Almiro Cardin, Jorge Vicente, Braulino de Jesus, Joílson, entre outros, por extensão, à Comissão Técnica, desde Paulo Sales, passando por Maraílton, até o mais humilde dos componentes e, de resto, a todos os jogadores que, mesmo oriundos de outras terras, defenderam nosso Município com indisfarçável galhardia.
Vida que segue, gente!
RESTA UMA LUZINHA NO FUNDO DO TÚNEL!
Por Orlindo Lopes
Agora ficou muito mais difícil! O Atlanta não depende apenas de suas próprias forças, carece de uma combinação de resultados. Precisa vencer o Juazeiro no Adauto Moraes, na próxima quarta-feira, e torcer por uma derrota do Serrano em pelo menos um, dos seus dois últimos compromissos, contra o Poções, também na quarta-feira em Vitória da Conquista, e contra o Guanambi, em Guanambi, no dia próximo domingo.
Até que foi um primeiro tempo razoável. Mesmo jogando aquém do que se esperava, uma vez mais o Atlanta em alguns instantes envolveu o adversário, criou algumas jogadas, teve duas ou três boas oportunidades de marcar, em uma delas, mandou na trave do goleiro André, mas o fato de algumas peças importantes não estarem bem, e os erros nas finalizações, acabaram contribuindo para o placar de zero a zero do primeiro tempo.
O Serrano, que de certa forma, parecia ter passado despercebido no primeiro tempo inteiro, na verdade, havia poupado suas forças, a partir dos vinte e cinco minutos do segundo tempo, se soltou e foi pra cima, imprimindo enorme velocidade ao jogo, chamando o Atlanta, e puxando rápidos contra-ataques, num desses, Mica, ótimo jogador, que acabara de entrar no jogo, recebeu passe no lado esquerdo da defesa do Atlanta e disparou, de longa distância, um “morteiro” indefensável para o goleiro Marcão. Um a zero Serrano.
Estava selada a sorte do jogo e complicada a situação do Atlanta. Foi tarde, não houve mais tempo pra reagir, embora o Atlanta tivesse tentado.
Claro que não tem nada perdido ainda, o Atlanta pode vencer o Juazeiro lá, sim. E não seria desastre nenhum, o Serrano perder um dos seus dois jogos restantes. Para isso, porém, os “deuses” teriam que estar de plantão, tanto na quarta, dia 12, quanto no domingo, 16. Pelo menos é o que esperamos!
ATLANTA VENCE O GUANAMBI E DECIDE VAGA COM O SERRANO
Da redação| Orlindo Lopes
Previsões confirmadas. Jogando bem uma vez mais, o Atlanta venceu o Guanambi fora de casa, e ficou próximo das semi-finais do Campeonato Baiano de acesso à divisão de elite de profissionais para o ano de 2011.
Sem querer ser repetitivo, a exemplo da semana anterior, quando muita gente previa que o adversário, no caso o Poções, viria para o jogo desmotivado e sem seus principais valores, também ontem rumores davam conta de que o Guanambi, igualmente, não traria dificuldades para o Atlanta, em razão de, a exemplo do Poções, não ter possibilidades de classificação.
Conversa fiada! Também o Guanambi bem que tentou colocar uma pedra no caminho do time ipiauense, ameaçou, criou, foi pra cima, utilizando-se da qualidade individual de alguns jogadores, casos de Inho Baiano, Alan, Coité, entre outros, mas prevaleceu a supremacia do Atlanta, que acabou vencendo por dois a zero, com um golaço de Paulinho, aos 26 minutos da etapa inicial, e Brawn, aos trinta e quatro do segundo tempo, reassumindo a segunda posição na tabela de classificação, com 12 pontos conquistados nas últimas quatro partidas, e superando o Serrano, que venceu o Juazeiro no dia anterior, e chegou aos 10, mas com um jogo a menos.
Agora, a competição se afunila de vez, e o Atlanta só depende de si para chegar à próxima fase, bastando para isso, vencer o Serrano no próximo sábado, em Jequié, ou, se Deus nos der uma forcinha a mais, no Pedro Caetano, e não perder para o Juazeiro em seu último compromisso, no domingo seguinte, fora de casa.
Já esteve bem pior! Continuo acreditando no Atlanta, na sua Diretoria, no treinador Paulo Sales, no preparador físico Marailton, e em todos aqueles que uniram forças chegarmos bate aqui.
Falta pouco!
ATLANTA GOLEIA E É SEGUNDO
Crônica – Orlindo Lopes
Muitos comentários davam conta de que o Poções viria para o segundo jogo consecutivo com o Atlanta na quarta-feira passada, totalmente desmotivado, até porque havia perdido o primeiro, no último dia 25, também no Estádio Valdomiro Borges, em Jequié, e não aspirava mais nada a nível de classificação.
Pois bem, efetivamente o Poções abriu mão e dispensou alguns jogadores titulares importantes em seu elenco, mas manteve a base e, contrariando alguns prognósticos, veio para a partida, se não em condições de vencer, mas pelo menos para dificultar as coisas para o Atlanta e cumprir a tabela, sob pena de sofrer severas punições da FBF, caso se sujeitasse ao incômodo wo.
Mas nem os problemas do Poções, seus desfalques e a tentativa de complicar, conseguiram tirar o brilho da vitória do time ipiauense, que foi competente o suficiente, para tirar vantagem do seu favoritismo inconteste, metendo quatro a um, num adversário que chegou a ameaçar nos primeiros minutos do segundo tempo, mas que ficou apenas nisso.
Agora, como vice-líder do grupo, com nove pontos conquistados, dois a mais em relação ao Serrano, que tem sete e um jogo a menos, o Atlanta sai para pegar o Guanambi, e caso vença, dará o primeiro passo rumo à passagem para as semi-finais, mas tem que “secar” o Serrano no jogo contra o Juazeiro, também no dia 02 de maio, em Vitória da Conquista, e no último caso, até o empate é uma ajuda substancial, desde que o time ipiauense faça a sua parte.
A julgar pelo trabalho da Comissão Técnica, com destaques especiais para os professores Sales e Manoilton, respectivamente, treinador e preparador físico, da Diretoria, Catalão, Marcelo, Paulinho, Miau, estou certo de que chegaremos às semi-finais da competição.
Boa sorte, Sales, Manoilton, toda a Comissão Técnica, Diretores, e todo o elenco!
Força, Atlanta!
NATAL SEM FOME 2009 “ABERTURA EM GRANDE ESTILO”
Por Orlindo Lopes
Mais uma vez primando pela organização, a Associação Atlética Banco do Brasil-AABB, através do jovem e competente Jô, com o apoio fundamental de todos os diretores e, de modo especial, do diretor geral da entidade, o desportista nato Nelson Andrade, promoveu a abertura da sétima edição do Natal sem Fome, com a participação de grande público, e uma rodada dupla emocionante, com dois jogos realmente empolgantes.
Esse evento, que é fruto de uma iniciativa do próprio Jô nos idos de 2002, tem como principal objetivo arrecadar alimentos, “o acesso às dependências internas do Clube é o depósito na portaria de entrada por cada pessoa, de um quilo de alimento não perecível”, que sempre foram distribuídos entre as comunidades mais carentes de nossa sociedade, e o mais interessante é que efetivamente tem alimentado centenas de famílias carentes.
O torneio de futebol, ao longo dos últimos sete anos, tem apresentado um excepcional nível técnico, uma vez que todas as equipes são fortalecidas com as principais estrelas da cidade, e algumas até contratam jogadores de outros municípios da região, sobretudo daqueles que acabaram de participar do Campeonato Intermunicipal, casos de Ipiaú, Itagiba, Jitaúna, Jequié.
Pelo menos, a julgar pela rodada de abertura na noite desta terça-feira, uma vez mais teremos uma competição de elevada técnica. No primeiro jogo, o ótimo time do BANCO DO BRASIL venceu de virada o não menos excelente CLUBE DOS MAÇONS por dois a um, enquanto que no jogo de fundo, a NOVA SCHIN superou por três a um a equipe da ZVR. Sem dúvida nenhuma, quatro times de altíssimo nível.
O torneio tem sequência no próximo dia 26, com outra rodada dupla, e dessa forma ocorrerá até o seu final.
Apenas para alertar os diretores das equipes que participam do torneio, em todas as rodadas nas datas estabelecidas, os horários terão que ser rigorosamente cumpridos. Primeiro jogo às 19:00 horas, com tolerância de quinze minutos, e o segundo às 20:20 horas, com o mesmo tempo de tolerância. A expectativa dos promotores do evento é que os participantes cumpram à risca os horários pré estabelecidos.
“BEM QUE DEUS DEU UMA FORCINHA”!
Por Orlindo Lopes
Poderia ter sido diferente. Eu havia dito após o jogo contra Itamaraju aqui, que “quem sabe Deus havia reservado a alegria para o jogo de ida, lá!” E bem que ele ajudou, aliás, só ajudou! Só que esquecemos de fazer a nossa parte aqui, principalmente naquele irritante zero a zero, após perdermos, como de hábito, várias ótimas oportunidades. Aí, o “criador” botou as barbas de molho, ajudar tanto e não ver resultado? Nem o Divino agüenta! E pensar que contra Itabuna lá e aqui, se tivéssemos feito pelo menos mais um golzinho enfrentaríamos Itambé, uma Seleção menos tradicional, que não foi páreo para Jequié.
Me cansei de prognosticar que as chances que desperdiçávamos a cada jogo dentro e fora de casa poderiam fazer a diferença. E não deu outra. No Intermunicipal, amigos, conquistar a vitória, somar pontos em casa, é fundamental, independente de quem seja o adversário.
Nos últimos anos temos sido eliminados desta competição, batidos por seleções bisonhas, sem expressão, inferiores às nossas, não me refiro especificamente a Itamaraju, é lógico, e em alguns casos, temos equivocadamente atribuído a maioria das nossas eliminações a arbitragens, a treinadores, à própria Federação, enfim, não temos assumido as nossas deficiências, os nossos erros, e nem encarado a realidade de que se não chegarmos na frente, a exemplo de outras cidades, para formarmos um time competitivo e forte, contratando valores que possam somar aos que já eventualmente possuímos, ficará cada vez mais distante a possibilidade de conquistarmos o tetra.
Não estamos à cata de culpados. Como disse juntos, acertamos e erramos todos. O prefeito, Dr. Deraldino, desportista e sério que é, cumpriu à risca o compromisso de repasse dos recursos prometidos, e foi à mola propulsora na caminhada do grupo, estando sempre presente. A Liga Desportiva Ipiaú cumpriu com brilhantismo o seu papel. Seriedade e organização foram a tônica desses rapazes, que assumiram a L.D.I. sob forte tensão, e em meio a um turbilhão de críticas das mais variadas, como se da terra não fossem, mas ao final, pelo menos na minha modesta opinião, por terem dado o necessário suporte, obtiveram saldo altamente positivo, como positivo foi o ótimo trabalho do Professor Petrônio, condicionando magnificamente o elenco, aliás, lembrando em muito o velho, bom e inesquecível Professor Bogi.
Os jogadores, todos eles indistintamente, merecem o respeito do povo de Ipiaú.
Ao magnífico Paulo Sales, o comandante, quero reafirmar a minha profunda admiração, e desejar que em 2010 comande uma das nossas equipes profissionais no Campeonato Baiano e, quem sabe, um dia volte a trabalhar com a nossa Seleção, quem sabe, em melhores condições. Obrigado meu amigo, muito obrigado, Deus te ilumine e guarde.
Finalmente, por justiça, quero fazer uma menção honrosa. Quero uma vez mais exaltar a maravilhosa torcida de Ipiaú, que deu de novo um show de entusiasmo, de alegria, de decência, de receptividade, de apoio. Sem qualquer dúvida, é a mais empolgada e vibrante torcida da Bahia.
Da nossa parte, Deus ilumine a todos!
Crônica do jogo Ipiaú e Itamarajú
Por Orlindo Lopes
Ipiaú 0 x 0 Itamarajú
A julgar pelos primeiros dez, quinze minutos, ficou a nítida impressão de que a Seleção venceria. Além do enorme respeito demonstrado inicialmente pela Seleção de Itamaraju, duas ótimas chances, desperdiçadas por Jackson, aos seis e aos oito, indicavam isso. A torcida, embalada pela volúpia inicial do time, uma vez mais fez sua parte. Mas o tempo foi passando, o time se mostrando uma vez mais inoperante no ataque, apenas no ataque, como se o gol não fosse assim tão necessário, tal a displicência e apatia nas conclusões, e o quadro ia se transformando em pavor, em preocupação, em drama.
Bom que se diga, era clara a intenção da Seleção visitante, pelo menos nos primeiros minutos da etapa inicial, em levar o jogo em banho maria, catimbar, fazer o tempo passar, irritar os jogadores ipiauenses, e o pior é que conseguiu, inclusive, com a aquiescência no mínimo estranha de um árbitro tido como estrela dos quadros da C.B.F. e F.B.F., que tanto tentou que acabou conseguindo aparecer mais que os verdadeiros artistas do espetáculo.
Mas por coerência, não devo atribuir à arbitragem, embora prá mim horrorosa, o fato de a Seleção de Ipiaú não haver vencido ontem, nada disso. O que na verdade ocorreu, é o que vem acontecendo desde o início, na maioria dos jogos, o time joga bem, como ontem, mas, no momento de decidir, alguma coisa não dar certo, o gol não sai. E olha que a Seleção de Itamaraju não é nada daquilo que se “pintou”, é apenas um time comparável ao nosso, ou até tecnicamente inferior, tanto é, que mesmo não tendo vencido, o time ipiauense jogou muito mais, e deixou em todos eles, jogadores, torcedores, diretores, comissão técnica, uma indisfarçável preocupação, pelo que poderá acontecer lá no próximo domingo, tomarem uma “pancada”
O time, em sua maioria, esteve bem. Uma vez mais a defesa sobrou. Binho, firme, operou três defesas difíceis, jogaram muito Ramon, o melhor do jogo, Karol, Paulinho, Igor, Gazinho, no sacrifício, Bolachinha, Samir, Jackson, enquanto pôde, apenas Climárcio e Kainan não estavam numa tarde muito feliz. Sales novamente mexeu bem, colocou Mário, Macaco (belíssima suspresa), e Ronaldo, todos num bom plano.
Agora, aqui prá nós, os deuses não deixarem aquela cabeçada de Ramon e a bola de Mário entrar, já no finalzinho do jogo, é brincadeira!
Claro que o torcedor saiu ontem do Estádio meio pensativo em relação ao que Ipiaú poderá fazer lá, domingo que vem. Não podia ser diferente, essa torcida maravilhosa bem que merecia uma vitória marcante!
Quem sabe, lá, em torcedor? Quem sabe Deus reservou a alegria prá lá? Espero, esperamos.
Seleção de Ipiaú empata e se complica.
Por Orlindo Lopes
A julgar pelos primeiros dez, quinze minutos, ficou a nítida impressão de que a Seleção venceria. Além do enorme respeito demonstrado inicialmente pela Seleção de Itamaraju, duas ótimas chances, desperdiçadas por Jackson, aos seis e aos oito, indicavam isso. A torcida, embalada pela volúpia inicial do time, uma vez mais fez sua parte. Mas o tempo foi passando, o time se mostrando uma vez mais inoperante no ataque, apenas no ataque, como se o gol não fosse assim tão necessário, tal a displicência e apatia nas conclusões, e o quadro ia se transformando em pavor, em preocupação, em drama.
Bom que se diga, era clara a intenção da Seleção visitante, pelo menos nos primeiros minutos da etapa inicial, em levar o jogo em banho maria, catimbar, fazer o tempo passar, irritar os jogadores ipiauenses, e o pior é que conseguiu, inclusive, com a aquiescência no mínimo estranha de um árbitro tido como estrela dos quadros da C.B.F. e F.B.F., que tanto tentou que acabou conseguindo aparecer mais que os verdadeiros artistas do espetáculo.
Mas por coerência, não devo atribuir à arbitragem, embora prá mim horrorosa, o fato de a Seleção de Ipiaú não haver vencido ontem, nada disso. O que na verdade ocorreu, é o que vem acontecendo desde o início, na maioria dos jogos, o time joga bem, como ontem, mas, no momento de decidir, alguma coisa não dar certo, o gol não sai. E olha que a Seleção de Itamaraju não é nada daquilo que se “pintou”, é apenas um time comparável ao nosso, ou até tecnicamente inferior, tanto é, que mesmo não tendo vencido, o time ipiauense jogou muito mais, e deixou em todos eles, jogadores, torcedores, diretores, comissão técnica, uma indisfarçável preocupação, pelo que poderá acontecer lá no próximo domingo, tomarem uma “pancada” em casa. Podem crer, deu prá perceber, eles foram embora amedrontados, não acreditavam na qualidade do time ipiauense, inclusive, alguns torcedores apostavam numa vitória deles, e acabaram cabisbaixos, e isso é ótimo, psicologicamente é bom sinal.
O time, em sua maioria, esteve bem. Uma vez mais a defesa sobrou. Binho, firme, operou três defesas difíceis, jogaram muito Ramon, o melhor do jogo, Karol, Paulinho, Igor, Gazinho, no sacrifício, Bolachinha, Samir, Jackson, enquanto pôde, apenas Climárcio e Kainan não estavam numa tarde muito feliz. Sales novamente mexeu bem, colocou Mário, Macaco (belíssima suspresa), e Ronaldo, todos num bom plano.
Agora, aqui prá nós, os deuses não deixarem aquela cabeçada de Ramon e a bola de Mário entrarem, já no finalzinho do jogo, é brincadeira!
Claro que o torcedor saiu ontem do Estádio meio pensativo em relação ao que Ipiaú poderá fazer lá, domingo que vem. Não podia ser diferente, essa torcida maravilhosa bem que merecia uma vitória marcante!
Quem sabe, lá, em torcedor? Quem sabe Deus reservou a alegria prá lá? Espero, esperamos.
IPIAÚ MASSACRA, PERDE MUITOS GOLS, CEDE EMPATE, MAS SE CLASSIFICA!
Por Orlindo Lopes
Estou ainda meio tonto com o que aconteceu ontem em Itabuna. Tudo bem que a Seleção de Ipiaú, com o empate, conseguiu a classificação para a terceira fase da competição, e vai pegar Itamarajú no mata mata, com o primeiro jogo aqui, no próximo domingo. Agora, perder aquele tanto de gols, é brincadeira!, Tivemos que encarar uma realidade cruel de que “quem não faz toma”, e de tanto Ipiaú perder as chances que iam surgindo minuto a minuto, a flagrantemente inferior Seleção de Itabuna acabou empatando o jogo.
Foi um massacre, desde o início do jogo a Seleção ipiauense assumiu o comando da partida, envolveu completamente os itabunenses, com Climárcio ditando o rítimo, arrebentando no meio campo e pondo os atacantes na cada do gol, marcou o gol aos dezenove minutos com Paulinho, numa cobrança de falta magistral, mas a partir daí, as chances iam surgindo e sendo perdidas. Ipiaú chegava ao gol adversário com incrível facilidade, mas diante do goleiro itabunense os atacantes erravam.
No tempo final, Sales mudou, mais uma vez acertadamente, tirou Jackson e colocou Mário, trocou Samir por Itamar, e pôs Igor no lugar de Bolachinha. O time continuou jogando bem e perdendo gols, principalmente Mário e Itamar, ficavam diante do goleiro, naquela situação em que a gente às vezes diz “até minha avó faria”, e não faziam, sem falar no pênalti que Paulinho perdeu aos vinte e dois minutos, e à medida em que as chances iam surgindo e os atacantes ipiauenses perdendo, os fantásticos torcedores de Ipiaú caíam em desespero, temendo pelo “castigo”, que se consumou aos vinte e nove minutos, com Itabuna fazendo o gol de empate numa certeira cabeçada do seu pequenino centro avante, pondo em risco a classificação ipiauense. Felizmente Itabuna não teve forças para tentar a virada, até porque, pelo “baile” que levou, respeitou excessivamente Ipiaú.
A arbitragem de Rosalvo Mota foi perfeita, acertou no pênalti, e em todas as marcações. Não teve qualquer influência no resultado do jogo.
O que mais me deixou atônito foi empatarmos com um time tecnicamente inferior, e que foi massacrado ao longo das duas etapas.
Pega Itamarajú, domingo, aqui, já pelo mata mata. Aí a história é diferente. Tem time pra encarar? Tem. O time ipiauense é bom, é forte. Não pode é se dar ao luxo de perder tantas chances de gols como tem acontecido, sobretudo em casa. Se errar menos do que tem errado, passa.
Sales uma vez mais trabalhou bem, e deu um “nó” no treinador de Itabuna, do banco, jogou com o time, gritou, fez as modificações corretas, mas, infelizmente, ele não faz gols. Também o professor Petrônio teve méritos, o time está muito bem de pernas.
Na boa atuação da Seleção, até por questão de justiça, destaco Climárcio, pra mim, o melhor do jogo, ao lado de Binho, que teve grande atuação, não tendo a menor culpa no gol que sofreu, aliás, todo o time esteve bem.
Aproveito para parabenizar a todos os diretores da LDI, desde Jocivan, passando por Marcelo, até o mais humilde dos colaboradores, a Sales e Petrônio, e ao meu amigo Dr. Deraldino, pelo suporte que têm dado e que levaram a Seleção de Ipiaú à classificação.
Aos jogadores, o nosso abraço!
IPIAÚ MASSACRA, PERDE MUITOS GOLS, CEDE EMPATE, MAS SE CLASSIFICA!

Por Orlindo Lopes
Estou ainda meio tonto com o que aconteceu ontem em Itabuna. Tudo bem que a Seleção de Ipiaú, com o empate, conseguiu a classificação para a terceira fase da competição, e vai pegar Itamarajú no mata mata, com o primeiro jogo aqui, no próximo domingo. Agora, perder aquele tanto de gols, é brincadeira!, Tivemos que encarar uma realidade cruel de que “quem não faz toma”, e de tanto Ipiaú perder as chances que iam surgindo minuto a minuto, a flagrantemente inferior Seleção de Itabuna acabou empatando o jogo.
Foi um massacre, desde o início do jogo a Seleção ipiauense assumiu o comando da partida, envolveu completamente os itabunenses, com Climárcio ditando o rítimo, arrebentando no meio campo e pondo os atacantes na cada do gol, marcou o gol aos dezenove minutos com Paulinho, numa cobrança de falta magistral, mas a partir daí, as chances iam surgindo e sendo perdidas. Ipiaú chegava ao gol adversário com incrível facilidade, mas diante do goleiro itabunense os atacantes erravam.
No tempo final, Sales mudou, mais uma vez acertadamente, tirou Jackson e colocou Mário, trocou Samir por Itamar, e pôs Igor no lugar de Bolachinha. O time continuou jogando bem e perdendo gols, principalmente Mário e Itamar, ficavam diante do goleiro, naquela situação em que a gente às vezes diz “até minha avó faria”, e não faziam, sem falar no pênalti que Paulinho perdeu aos vinte e dois minutos, e à medida em que as chances iam surgindo e os atacantes ipiauenses perdendo, os fantásticos torcedores de Ipiaú caíam em desespero, temendo pelo “castigo”, que se consumou aos vinte e nove minutos, com Itabuna fazendo o gol de empate numa certeira cabeçada do seu pequenino centro avante, pondo em risco a classificação ipiauense. Felizmente Itabuna não teve forças para tentar a virada, até porque, pelo “baile” que levou, respeitou excessivamente Ipiaú.
A arbitragem de Rosalvo Mota foi perfeita, acertou no pênalti, e em todas as marcações. Não teve qualquer influência no resultado do jogo.
O que mais me deixou atônito foi empatarmos com um time tecnicamente inferior, e que foi massacrado ao longo das duas etapas.
Pega Itamarajú, domingo, aqui, já pelo mata mata. Aí a história é diferente. Tem time pra encarar? Tem. O time ipiauense é bom, é forte. Não pode é se dar ao luxo de perder tantas chances de gols como tem acontecido, sobretudo em casa. Se errar menos do que tem errado, passa.
Sales uma vez mais trabalhou bem, e deu um “nó” no treinador de Itabuna, do banco, jogou com o time, gritou, fez as modificações corretas, mas, infelizmente, ele não faz gols. Também o professor Petrônio teve méritos, o time está muito bem de pernas.
Na boa atuação da Seleção, até por questão de justiça, destaco Climárcio, pra mim, o melhor do jogo, ao lado de Binho, que teve grande atuação, não tendo a menor culpa no gol que sofreu, aliás, todo o time esteve bem.
Aproveito para parabenizar a todos os diretores da LDI, desde Jocivan, passando por Marcelo, até o mais humilde dos colaboradores, a Sales e Petrônio, e ao meu amigo Dr. Deraldino, pelo suporte que têm dado e que levaram a Seleção de Ipiaú à classificação.
Aos jogadores, o nosso abraço!
IPIAÚ PASSEIA, ATROPELA JITAÚNA, E JOGA PELO EMPATE EM ITABUNA
Ipiaú 1, 2, 3, 4, 5 X 0 Jitauna
Por.: Orlindo Lopes
Colaborador Esportivo Site Ipiaú Hoje e Notícias de Ipiaú.
Foi uma atuação de gala, como há muito não se via. Por coincidência, no dia
A partir do pontapé inicial, Ipiaú imprimiu um rítimo alucinante ao jogo, envolveu a Seleção de Jitaúna com toques rápidos e objetivos, chegando no ataque com incrível velocidade, deixando em alvoroço a retaguarda jitaunense.
Marcou aos doze, com Jackson, de pênalti, sofrido pelo ótimo Luan, após uma linda jogada na área e em grande fase, aos dezesseis, com Gazinho, na primeira etapa, na segunda, aos vinte e um, com Paulinho, também de pênalti, aos vinte nove, com Mário, e aos trinta e seis, com Samir, chegando aos cinco a zero, e ampliaria ainda mais, se não tivesse desperdiçado uma série de outras boas oportunidades.
Numa análise individual, eu diria que todos os jogadores da Seleção de Ipiaú, até os que saíram do banco, estiveram acima da média, entretanto, Gazinho, Karó, Ramon, Luan e Binho estiveram num plano elevadíssimo, jogaram muito!
A brava Seleção de Jitaúna foi surpreendida pela postura ofensiva da Seleção de Ipiaú, chegou a esboçar reação quando o placar ainda estava dois a zero, mas após sofrer o terceiro gol, sucumbiu de vez e teve que aceitar a supremacia incontestável de um time cuja superioridade foi flagrante já no primeiro jogo em Jitaúna no empate em dois a dois.
Com a vitória sobre Jitaúna e a derrota de Itabuna para Jequié, estou certo de que a Seleção ipiauense levará muitos torcedores no próximo domingo para Itabuna, para um jogo em que basta não perder para se classificar para a terceira fase da competição.
Sinceramente, pelo técnico e pelo time que Ipiaú tem, pelas peças de reposição, pelo extraordinário trabalho físico do competente Petrônio, não acredito que esse time perca para Itabuna, mesmo lá!
IPIAÚ PASSEIA, ATROPELA JITAÚNA, E JOGA PELO EMPATE EM ITABUNA
Ipiaú 1, 2, 3, 4, 5 X 0 Jitauna
Por.: Orlindo Lopes
Colaborador Esportivo Site Ipiaú Hoje.
Foi uma atuação de gala, como há muito não se via. Por coincidência, no dia
A partir do pontapé inicial, Ipiaú imprimiu um rítimo alucinante ao jogo, envolveu a Seleção de Jitaúna com toques rápidos e objetivos, chegando no ataque com incrível velocidade, deixando em alvoroço a retaguarda jitaunense.
Marcou aos doze, com Jackson, de pênalti, sofrido pelo ótimo Luan, após uma linda jogada na área e em grande fase, aos dezesseis, com Gazinho, na primeira etapa, na segunda, aos vinte e um, com Paulinho, também de pênalti, aos vinte nove, com Mário, e aos trinta e seis, com Samir, chegando aos cinco a zero, e ampliaria ainda mais, se não tivesse desperdiçado uma série de outras boas oportunidades.
Numa análise individual, eu diria que todos os jogadores da Seleção de Ipiaú, até os que saíram do banco, estiveram acima da média, entretanto, Gazinho, Karó, Ramon, Luan e Binho estiveram num plano elevadíssimo, jogaram muito!
A brava Seleção de Jitaúna foi surpreendida pela postura ofensiva da Seleção de Ipiaú, chegou a esboçar reação quando o placar ainda estava dois a zero, mas após sofrer o terceiro gol, sucumbiu de vez e teve que aceitar a supremacia incontestável de um time cuja superioridade foi flagrante já no primeiro jogo em Jitaúna no empate em dois a dois.
Com a vitória sobre Jitaúna e a derrota de Itabuna para Jequié, estou certo de que a Seleção ipiauense levará muitos torcedores no próximo domingo para Itabuna, para um jogo em que basta não perder para se classificar para a terceira fase da competição.
Sinceramente, pelo técnico e pelo time que Ipiaú tem, pelas peças de reposição, pelo extraordinário trabalho físico do competente Petrônio, não acredito que esse time perca para Itabuna, mesmo lá!
“ATUAÇÃO APAGADA E GOL IRREGULAR COMPLICAM IPIAÚ”
Foi um jogo que essa fantástica torcida de Ipiaú terá que esquecer o quanto antes, principalmente ela, que uma vez mais, como sempre fez, esteve lá, deu uma força brutal, gritou, empurrou, mas o time não respondeu em campo, infelizmente.
Nos primeiros minutos do jogo, até que haviam esperanças. O time tocava bem a bola, envolvia a Seleção de Jequié, mas quando alcançava o setor intermediário adversário, aí, debandava a errar passes, tomava seguidos contra-ataques, o meio campo não articulava convenientemente, algumas importantes peças desse setor não funcionavam, a bola chegava poucas vezes à frente, e quando chegava Jackson não tinha com quem trabalhar a criação de uma chance, Samir e Alex estiveram muito mal, e o que foi pior, mesmo não sendo um time qualificado, Jequié passou a gostar do jogo, equilibrou e conseguiu conter as freqüentes subidas de Paulinho e Kainan, que na verdade são armas fortes do treinador Sales, o que redundou num absurdo, total e surpreendente domínio da Seleção da casa.
Eu pedia a Deus que viesse logo o intervalo, porque tinha esperanças que o competente Paulo Sales ia consertar. E ele até que tentou, fez alterações, mudou posicionamentos, fez algumas inversões de jogadas, mas nada, nada funcionou.
Veio o segundo tempo, e com ele os mesmos erros do primeiro. Parecia uma cópia xerografada do que havia acontecido nos quarenta e cinco minutos iniciais. De onde estava vi Sales atônito, como sem querer acreditar no que via, situação que foi agravada com mais uma expulsão do ótimo lateral Kainan.
Aí, o golpe fatal! Aos dez minutos, uma bola alçada na área de Ipiaú, o centro avante de Jequié testou a bola bateu no travessão, desceu, e Binho defendeu antes que ela ultrapassasse a linha de gol, mas o auxiliar, “aquele”, dos dois a dois de Jitaúna, confuso e doido para dar mais uma “mãozinha” para o time da casa, mesmo não correndo até o setor de meio de campo, e sob ameaças dos jogadores jequieenses, afirmou para o também confuso árbitro que a bola havia entrado, para desespero do banco visitante.
Ipiaú, mesmo desarticulado, ainda tentou empatar, foi algumas vezes ao ataque, mas errava mais do que acertava, acabando por perder absurdamente um jogo que poderia ter ganho.
Ficou mais difícil. Ipiaú não depende apenas de si para alcançar a classificação.
O pior é que, vencendo Jitaúna no próximo domingo, poderá ter que disputar a vaga contra Itabuna, lá em Itabuna, no domingo seguinte, tendo que ganhar.
“ATUAÇÃO APAGADA E GOL IRREGULAR COMPLICAM IPIAÚ”
Foi um jogo que essa fantástica torcida de Ipiaú terá que esquecer o quanto antes, principalmente ela, que uma vez mais, como sempre fez, esteve lá, deu uma força brutal, gritou, empurrou, mas o time não respondeu em campo, infelizmente.
Nos primeiros minutos do jogo, até que haviam esperanças. O time tocava bem a bola, envolvia a Seleção de Jequié, mas quando alcançava o setor intermediário adversário, aí, debandava a errar passes, tomava seguidos contra-ataques, o meio campo não articulava convenientemente, algumas importantes peças desse setor não funcionavam, a bola chegava poucas vezes à frente, e quando chegava Jackson não tinha com quem trabalhar a criação de uma chance, Samir e Alex estiveram muito mal, e o que foi pior, mesmo não sendo um time qualificado, Jequié passou a gostar do jogo, equilibrou e conseguiu conter as freqüentes subidas de Paulinho e Kainan, que na verdade são armas fortes do treinador Sales, o que redundou num absurdo, total e surpreendente domínio da Seleção da casa.
Eu pedia a Deus que viesse logo o intervalo, porque tinha esperanças que o competente Paulo Sales ia consertar. E ele até que tentou, fez alterações, mudou posicionamentos, fez algumas inversões de jogadas, mas nada, nada funcionou.
Veio o segundo tempo, e com ele os mesmos erros do primeiro. Parecia uma cópia xerografada do que havia acontecido nos quarenta e cinco minutos iniciais. De onde estava vi Sales atônito, como sem querer acreditar no que via, situação que foi agravada com mais uma expulsão do ótimo lateral Kainan.
Aí, o golpe fatal! Aos dez minutos, uma bola alçada na área de Ipiaú, o centro avante de Jequié testou a bola bateu no travessão, desceu, e Binho defendeu antes que ela ultrapassasse a linha de gol, mas o auxiliar, “aquele”, dos dois a dois de Jitaúna, confuso e doido para dar mais uma “mãozinha” para o time da casa, mesmo não correndo até o setor de meio de campo, e sob ameaças dos jogadores jequieenses, afirmou para o também confuso árbitro que a bola havia entrado, para desespero do banco visitante.
Ipiaú, mesmo desarticulado, ainda tentou empatar, foi algumas vezes ao ataque, mas errava mais do que acertava, acabando por perder absurdamente um jogo que poderia ter ganho.
Ficou mais difícil. Ipiaú não depende apenas de si para alcançar a classificação.
O pior é que, vencendo Jitaúna no próximo domingo, poderá ter que disputar a vaga contra Itabuna, lá em Itabuna, no domingo seguinte, tendo que ganhar.
IPIAÚ ARRANCA EMPATE HERÓICO CONTRA JITAÚNA, “TRIO DE ARBITRAGEM” E “PRESSÃO INCRÍVEL”!
Por.: Orlindo Lopes
A Seleção de Ipiaú deixou escapulir uma chance incrível de conquistar uma vitória maiúscula contra a Seleção de Jitaúna. Tudo bem que alguns fatores negativos contribuíram para que isso acontecesse, entre muitos, por exemplo, o gol irregular marcado pela Seleção da casa nos últimos minutos do jogo. Após uma bola alçada na área de Ipiaú, o zagueiro Sinho, da Seleção de Jitaúna, fez falta clara no goleiro Binho, inclusive o agredindo, na cara do juiz e ele fez vistas grossas. Na seqüência, a bola entrou, e para desespero de todo o time ipiauense, protestos dos torcedores, de todos os dirigentes, de Sales, que havia sido injustamente excluído do banco, e nosso, que vimos perplexos da cabine a ilegalidade no lance, ele apontou o meio do campo, validando o gol, e dando uma “mãozona” aos jitaunenses. Os primeiros quinze, vinte minutos foram de amplo domínio da Seleção de Ipiaú, que jogava bem, sua defesa, bem postada, se antecipava a todas as investidas de Jitaúna, os dois alas, Paulinho e Kainan, este último acertando um torpedo de fora da área contra o travessão de Charles, aos dez minutos, iam constantemente à frente, Igor, Gazinho e Grilo trabalhavam bem na cobertura, e na marcação, Alex, enfim, não se houve bem na primeira etapa, mas reencontrou seu ótimo futebol na etapa final, mostrando muita habilidade, e municiando o ataque com frequência, e na frente, Samir, que também mandou uma bola na trave aos doze minutos, e Itamar flutuavam, imprimiam velocidade e criavam dificuldades para o excelente Gerlândio e o confuso e veterano Sinho. O gol de abertura da Seleção de Ipiaú, foi marcado pelo jogador de Jitaúna, Binho, contra, aos vinte e dois minutos, após uma jogada linda de Kainan pela esquerda, veio o cruzamento razante, o afoito lateral foi cortar e testou para suas próprias redes. Aos trinta e dois minutos, com um pênalti discutidíssimo, muitos acharam que não houve, mas tenho que ser sincero comigo mesmo e com quem estava me ouvindo, efetivamente aconteceu, Kainan não tinha noção exata de onde estava, fez a falta dentro da área, Jitaúna empatou com Rincom. Na etapa final, aos vinte e oito, Bolachinha fez um golaço, com um voleio de fora da área, pondo Ipiaú na frente. A partir daí nossa Seleção passou a desperdiçar oportunidades incríveis, chances imperdíveis de sacramentar a vitória, e veio sofrer o golpe final, aos trinta e nove minutos, tomando o gol de forma absolutamente ilegal. Ainda assim, Ramon perdeu, aos quarenta e nove, o jogo foi até cinqüenta e um, um gol daqueles que “até minha avó fazia”.
Estranhamente, o trio de arbitragem, que tivera comportamento razoável no primeiro, passou todo o segundo tempo castigando Ipiaú, inventando faltas, impedimentos, coisas assim, que a gente já sabe, mesmo assim, não há como justificar a quantidade de oportunidades perdidas.
Não foi de todo ruim, se considerarmos onde, contra quem, e sobre que pressão jogamos.
Uma vez mais, mesmo do lado de fora, Sales trabalhou bem, e alterou o time nos momentos decisivos de forma absolutamente correta.
Parabéns Sales, Professor Petrônio, pelo condicionamento físico do time, Vinícius, Joelson, todos, e todo o “valente” time de Ipiaú.
IPIAÚ ARRANCA EMPATE HERÓICO CONTRA JITAÚNA, “TRIO DE ARBITRAGEM” E “PRESSÃO INCRÍVEL”!
Por.: Orlindo Lopes
A Seleção de Ipiaú deixou escapulir uma chance incrível de conquistar uma vitória maiúscula contra a Seleção de Jitaúna. Tudo bem que alguns fatores negativos contribuíram para que isso acontecesse, entre muitos, por exemplo, o gol irregular marcado pela Seleção da casa nos últimos minutos do jogo. Após uma bola alçada na área de Ipiaú, o zagueiro Sinho, da Seleção de Jitaúna, fez falta clara no goleiro Binho, inclusive o agredindo, na cara do juiz e ele fez vistas grossas. Na seqüência, a bola entrou, e para desespero de todo o time ipiauense, protestos dos torcedores, de todos os dirigentes, de Sales, que havia sido injustamente excluído do banco, e nosso, que vimos perplexos da cabine a ilegalidade no lance, ele apontou o meio do campo, validando o gol, e dando uma “mãozona” aos jitaunenses. Os primeiros quinze, vinte minutos foram de amplo domínio da Seleção de Ipiaú, que jogava bem, sua defesa, bem postada, se antecipava a todas as investidas de Jitaúna, os dois alas, Paulinho e Kainan, este último acertando um torpedo de fora da área contra o travessão de Charles, aos dez minutos, iam constantemente à frente, Igor, Gazinho e Grilo trabalhavam bem na cobertura, e na marcação, Alex, enfim, não se houve bem na primeira etapa, mas reencontrou seu ótimo futebol na etapa final, mostrando muita habilidade, e municiando o ataque com frequência, e na frente, Samir, que também mandou uma bola na trave aos doze minutos, e Itamar flutuavam, imprimiam velocidade e criavam dificuldades para o excelente Gerlândio e o confuso e veterano Sinho. O gol de abertura da Seleção de Ipiaú, foi marcado pelo jogador de Jitaúna, Binho, contra, aos vinte e dois minutos, após uma jogada linda de Kainan pela esquerda, veio o cruzamento razante, o afoito lateral foi cortar e testou para suas próprias redes. Aos trinta e dois minutos, com um pênalti discutidíssimo, muitos acharam que não houve, mas tenho que ser sincero comigo mesmo e com quem estava me ouvindo, efetivamente aconteceu, Kainan não tinha noção exata de onde estava, fez a falta dentro da área, Jitaúna empatou com Rincom. Na etapa final, aos vinte e oito, Bolachinha fez um golaço, com um voleio de fora da área, pondo Ipiaú na frente. A partir daí nossa Seleção passou a desperdiçar oportunidades incríveis, chances imperdíveis de sacramentar a vitória, e veio sofrer o golpe final, aos trinta e nove minutos, tomando o gol de forma absolutamente ilegal. Ainda assim, Ramon perdeu, aos quarenta e nove, o jogo foi até cinqüenta e um, um gol daqueles que “até minha avó fazia”.
Estranhamente, o trio de arbitragem, que tivera comportamento razoável no primeiro, passou todo o segundo tempo castigando Ipiaú, inventando faltas, impedimentos, coisas assim, que a gente já sabe, mesmo assim, não há como justificar a quantidade de oportunidades perdidas.
Não foi de todo ruim, se considerarmos onde, contra quem, e sobre que pressão jogamos.
Uma vez mais, mesmo do lado de fora, Sales trabalhou bem, e alterou o time nos momentos decisivos de forma absolutamente correta.
Parabéns Sales, Professor Petrônio, pelo condicionamento físico do time, Vinícius, Joelson, todos, e todo o “valente” time de Ipiaú.
IPIAÚ ESTREA COM VITÓRIA DE VIRADA EM UBAITABA
Da Redação-
Dois Toques
Orlindo Lopes
Estrear em qualquer competição com vitória fora de casa é ótimo, e o que é melhor, jogando bem, dando um “chocolate”, no adversário, superando muitos prognósticos e contrariando a expectativa de alguns poucos afoitos e incrédulos, que faziam suas próprias previsões, e em todas elas davam a derrota da nossa Seleção como consumada, antes mesmo da realização da partida.
Pois bem, os torcedores ipiauenses que foram a Ubaitaba puderam ver uma Seleção aguerrida, jogando um futebol convincente desde os primeiros minutos, marcando muito e tocando a bola com desenvoltura. Nem sofrendo o gol de abertura, aliás, um golaço do garoto Pitôco, aos quinze da primeira etapa, a Seleção de Ipiaú se abateu, permaneceu impondo a sua superioridade, chegava com frequência no ataque, criando chances e mais chances, muitas delas desperdiçadas pelo centro avante Mário. Com a defesa bem postada, Ramon e Karô não dando oportunidade nenhuma ao ataque adversário, no setor de meio campo, o bom e velho Herivelton, ao lado de Gazinho e Grilo era um autêntico paredão. Se de um lado, Alex, o quarto homem, arrebentando, com toques refinados, um craque, o dono do jogo, municiava com frequência os dois alas, principalmente o excelente Paulinho pela direita que ia seguidamente à frente, e transformou-se em arma mortal nas bolas paradas, acabando por ser injustamente expulso, por um árbitro confuso e “caseiro”, no ataque e as coisas não andavam bem, Mário e Bolachinha não se entendiam.
Veio a segunda etapa e a Seleção de Ipiaú voltou ainda mais forte, Sales arrumou melhor o posicionamento de Bolachinha, predominava, mas apenas aos vinte e quatro minutos, após ótima cobrança de escanteio, Alex mergulhou e da pequena área, testou e empatou o jogo. Ipiaú passou a pressionar ainda mais, o adversário ficou alguns minutos meio que atordoado, e aos trinta e quatro, o craque Alex recebeu cruzamento na entrada da grande área, matou no peito com estilo e chutou forte fazendo o gol e justiça no placar.
A partir daí, deu pra gente rever aquele Ju de outras épocas. O veterano jogador criou uma série de problemas, agrediu alguns jogadores de Ipiaú, jurou outros tantos, sequer recebeu cartão amarelo, e acabou sendo substituído.
Numa análise individual, eu diria que Binho foi pouco acionado, não teve culpa nenhuma no gol que sofreu, Alex foi o nome do jogo, não apenas por ter feito os dois gols, mas pelo que realizou ao longo da partida, próximos dele estiveram Herivelton, Gazinho, Paulinho, a dupla de zagueiros, ambos foram muito bem, com destaque para Ramon, Grilo, Climácio não foi bem, Sales o substituiu por Karan, Bolachinha auxiliou bastante os homens de meio campo, enquanto Mário não foi aquele centro avante que a gente conhece, muito esforçado, mas perdeu duas ou três oportunidades incríveis.
Sales também foi destaque, porque no intervalo consertou o que estava errado, posicionou o time adequadamente, e teve muitos méritos na vitória.
IPIAÚ ESTREIA COM VITÓRIA DE VIRADA EM UBAITABA
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Orlindo Lopes
Estrear em qualquer competição com vitória fora de casa é ótimo, e o que é melhor, jogando bem, dando um “chocolate”, no adversário, superando muitos prognósticos e contrariando a expectativa de alguns poucos afoitos e incrédulos, que faziam suas próprias previsões, e em todas elas davam a derrota da nossa Seleção como consumada, antes mesmo da realização da partida.
Pois bem, os torcedores ipiauenses que foram a Ubaitaba puderam ver uma Seleção aguerrida, jogando um futebol convincente desde os primeiros minutos, marcando muito e tocando a bola com desenvoltura. Nem sofrendo o gol de abertura, aliás, um golaço do garoto Pitôco, aos quinze da primeira etapa, a Seleção de Ipiaú se abateu, permaneceu impondo a sua superioridade, chegava com frequência no ataque, criando chances e mais chances, muitas delas desperdiçadas pelo centro avante Mário. Com a defesa bem postada, Ramon e Karô não dando oportunidade nenhuma ao ataque adversário, no setor de meio campo, o bom e velho Herivelton, ao lado de Gazinho e Grilo era um autêntico paredão. Se de um lado, Alex, o quarto homem, arrebentando, com toques refinados, um craque, o dono do jogo, municiava com frequência os dois alas, principalmente o excelente Paulinho pela direita que ia seguidamente à frente, e transformou-se em arma mortal nas bolas paradas, acabando por ser injustamente expulso, por um árbitro confuso e “caseiro”, no ataque e as coisas não andavam bem, Mário e Bolachinha não se entendiam.
Veio a segunda etapa e a Seleção de Ipiaú voltou ainda mais forte, Sales arrumou melhor o posicionamento de Bolachinha, predominava, mas apenas aos vinte e quatro minutos, após ótima cobrança de escanteio, Alex mergulhou e da pequena área, testou e empatou o jogo. Ipiaú passou a pressionar ainda mais, o adversário ficou alguns minutos meio que atordoado, e aos trinta e quatro, o craque Alex recebeu cruzamento na entrada da grande área, matou no peito com estilo e chutou forte fazendo o gol e justiça no placar.
A partir daí, deu pra gente rever aquele Ju de outras épocas. O veterano jogador criou uma série de problemas, agrediu alguns jogadores de Ipiaú, jurou outros tantos, sequer recebeu cartão amarelo, e acabou sendo substituído.
Numa análise individual, eu diria que Binho foi pouco acionado, não teve culpa nenhuma no gol que sofreu, Alex foi o nome do jogo, não apenas por ter feito os dois gols, mas pelo que realizou ao longo da partida, próximos dele estiveram Herivelton, Gazinho, Paulinho, a dupla de zagueiros, ambos foram muito bem, com destaque para Ramon, Grilo, Climácio não foi bem, Sales o substituiu por Karan, Bolachinha auxiliou bastante os homens de meio campo, enquanto Mário não foi aquele centro avante que a gente conhece, muito esforçado, mas perdeu duas ou três oportunidades incríveis.
Sales também foi destaque, porque no intervalo consertou o que estava errado, posicionou o time adequadamente, e teve muitos méritos na vitória.

















