PUBLICIDADE
SOU FILIADO!
PUBLICIDADE




http://www.noticiasdeipiau.com/wp-content/uploads/slide_itagiba.gif

Deixe sua reclamação
http://2.bp.blogspot.com/_Bqr9A92zeeI/TTSPTPdbkBI/AAAAAAAAE3U/w_NvoYDjH0w/s320/BOCA_TROMBONE.gif
DENUNCIE !
Twitter do Afonso
http://www.noticiasdeipiau.com/wp-content/uploads/titulo_twitter.gif


Archive for the ‘Coluna do Ricardo Ribeiro’ Category

ENTRE A FOLIA E A RAZÃO, UBATÃ NÃO SABE COMO SERÁ O FIM DE SEMANA

Estrutura continua sendo montada, mas a festa ainda é uma incógnita (foto Notícias de Ubatã)

Por Ricardo Ribeiro

Os moradores de Ubatã e quem planeja ir à cidade neste fim de semana ainda não sabe o que poderá incluir na agenda. A principal atração do período, a micareta, depende de uma liminar para ser realizada, já que o juiz Antônio Carlos Maldonado acatou o pedido feito em ação civil pública e determinou o cancelamento da festa.

A ação é do promotor Yuri Mello, que visitou repartições do município, como postos de saúde, e constatou uma situação de descaso total. A Prefeitura também possui dívidas com a Coelba e a Embasa, e não faz a menor sinalização de que pensa em pagá-las. Diante de tal quadro, Mello considerou um contrassenso promover uma festa cara, com atrações como Parangolé, Saiddy Bamba, Jammil e Raio da Silibrina.

Segundo o blog Notícias de Ubatã, o juiz também determinou a suspensão de toda propaganda relativa à festa, mas no circuito por onde os trios elétricos passarão a estrutura da micareta continua sendo montada. O prefeito Edson Neves espera que o Tribunal de Justiça derrube a decisão da primeira instância.

E O FORRÓ CONTINUOU

Ricardo Ribeiro
[email protected]

Quiseram o destino e os humores do clima que o ano do centenário de Gonzagão coincidisse com uma das piores secas que já assolaram o Nordeste e, em particular, a Bahia, com mais de 200 municípios sofrendo as agruras da estiagem. É provável que, se vivo estivesse, o velho Lua, que expressou essa mesma realidade cíclica em sua música, manifestasse certa frustração pelo fato de que até os dias de hoje o nordestino pobre continua irremediavelmente escravo das condições climáticas, e dependendo de ajudas incertas. Recursos trombeteados, mas que quase não chegam ao destino, agarrados antes pelas unhas dos “carcarás”. Read the rest of this entry »