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Por Afonso Mendes*
Quando o assunto é meio ambiente, muita gente ainda se posiciona de maneira extremista. De um lado, estão os ecochatos, pessoas que gostariam de voltar à idade da pedra lascada e amaldiçoam o progresso sócio-científico-tecnólogico. De outro, estão os pertencentes da velha turma do não-tô-nem-aí, que vislumbram o ambientalismo como prosopopéia.
Com o passar dos tempos, os seres humanos que agridem constantemente o meio ambiente, começam a sofre as conseqüências dessa triste degradação. Regiões com seca ou inundações, problemas respiratórios, poluição sonora e visual, dentre outros. Esquecem que o meio ambiente é uma grande bolha, que os seres humanos estão inseridos. A existência de furações, desastres, está servindo de alerta aos grandes causadores do problema.
Lentamente, o mundo começa a acordar, e perceber que o espaço deve está em perfeito equilíbrio com o homem. Não adianta mais, se criar campanhas altissonantes, é preciso conscientizar e mostrar de maneira científica os estragos que já foram causados ao nosso planeta e o que nos aguarda em um futuro próximo, caso não repensemos nossas atitudes.
Infelizmente no Brasil, ainda não se instalou na mente das pessoas à importância da preservação ecológica. Temos um governo preocupado com isto, e que vem através de encontros e seminários transformando essa realidade. O caminho do desenvolvimento sustentável é extenso. É preciso começar a percorrê-la já, com pequenas atitudes, ou ficar de braços cruzados assistindo de “camarote” a destruição do nosso planeta. E aí, o que vai ser?
* Afonso é Árbitro Profissional, Blogueiro e Estudante.
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