Archive for março, 2010
Jogador quebra os cartões do árbitro depois de ser expulso
Essa aconteceu na final do primeiro turno do Campeonato Roraimense.
O zagueiro Edinho, do Náutico, foi expulso no jogo contra o Baré. Revoltado com o árbitro Zacarias Santiago, ele tomou os dois cartões da mão do juiz e não teve dúvida ao quebrá-los ao meio. Edinho foi retirado de campo pela Polícia Militar. Depois do jogo, com a cabeça fria, o zagueiro reconheceu o erro.
- Não aconselho ninguém a fazer isso. Mas ultimamente não tenho concordado com as decisões dos árbitros.
Após a confusão, a partida foi reiniciada e o Baré foi campeão ao vencer por 2 a 1.
O “PUXÃO DE ORELHA” DE LULA
Do Blogue do Gusmão
“Compaêiro Galego, compaêiro Buneca, não pudemo achá que o povo de Ilhéus é bobo”.
Newton Lima, prefeito de Ilhéus, na tarde desta sexta-feira (26), solicitou a construção de uma nova ponte ligando o centro à zona sul da cidade que governa.
Jaques Wagner, governador da Bahia, prometeu atualizar o projeto feito em 2001 e realizar o “sonho dos ilheenses”.
Luíz Inácio, presidente da república, bronqueou. Disse que é necessário ter cuidado com a justiça eleitoral (promessas de campanha), e afirmou que não existe projeto, contradizendo Wagner, e dando uma alfinetada em Newton, que reivindica o novo elo, sem ter sequer uma idéia no papel.
Obras de recuperação do Estádio Pedro Caetano começaram nesta segunda-feira
Com a participação de um grande número de trabalhadores, tiveram início na manhã desta segunda-feira, 29 de março, a obra de recuperação do estádio Pedro Caetano, visando a participação do Atlanta Doce Mel no Campeonato Baiano de acesso.
Dentre os benefícios que deverão ser feitos no Estádio Pedro Caetano, estão o muro de proteção nas arquibancadas, sanitários e alambrado.
A estréia do Atlanta Doce Mel será no próximo dia 11 de abril, e o mando de campo está previsto para acontecer em Ilhéus ou Jequié, contra a equipe do Juazeiro, devendo o Atlanta Doce Mel estreia no Estádio Pedro Caetano, no dia 21 de abril, contra a equipe do Guanambí.
Por Nailton Borges
A bem da verdade é preciso esclarecer os fatos
Em momento nenhum foi citado pela imprensa, sobretudo por quem veiculou(em primeira mão)a denuncia de que a mortandade de peixes no Rio da Onça decorresse,mesmo em hipótese, de algum produto químico originário da Mina Santa Rita(Mirabela).
O texto, referente à visita do vereador Nena Passos, à mina, indica que tal hipótese pudesse estar ocasionando este crime ambiental.
Se o referido texto foi produzido pelo vereador é bom que também ele esclareça a origem de tal hipótese.
O esclarecimento dos fatos é necessário para que a verdade prevaleça e se saiba de onde partiu tal hipótese.
A imprensa deve noticiar com veracidade, ampla e irrestrita.
Não sei qual foi o interesse da distorção do texto, mas espero publicação deste esclarecimento.
Jornalista José Américo Castro.
Ricardo Eletro e Insinuantes criam nova gigante do varejo

Empresas anunciam nesta segunda-feira (29) a união das redes. Juntas, varejistas têm cerca de 500 lojas.

Empresas anunciam nesta segunda-feira (29) a união das redes. Juntas, varejistas têm cerca de 500 lojas.
A rede de varejo baiana Insinuante (Bahia) anuncia nesta segunda-feira (29) a união de suas operações com a Ricardo Eletro, de Minas Gerais, formando uma varejista de móveis e eletrodomésticos com cerca de 500 lojas no país.
O anúncio será feito pelos presidentes das duas companhias, Luiz Carlos Batista, da Insinuante, e Ricardo Nunes, da Ricardo Eletro, segundo comunicado informando sobre entrevista coletiva sobre a operação. De acordo com o comunicado, a fusão cria a segunda maior rede do varejo de eletroeletrônicos do país.
A união acontece alguns meses após o grupo Pão de Açúcar, líder no varejo do país, ter fechado acordo de compra das Casas Bahia, criando uma rede com pouco mais de mil lojas.
A Ricardo Eletro foi fundada em 1989 e tem cerca de 260 lojas nos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Sergipe, Alagoas, Goiás e Distrito Federal, dividas em lojas de rua, shopping e megastore. A companhia tem cinco centros de distribuição.
Enquanto isso, a Insinuante começou a operar em 1959 e atualmente possui aproximadamente 220 lojas, em todos Estados do Nordeste mais Rio de Janeiro e Espírito Santo.
Caso Isabella: sociedade aceitaria absolvição do casal Nardoni?
Se estivesse vivo, Ayrton Senna teria completado 50 anos no último domingo. Sua trágica morte deixou o país desconsolado, em estado de choque. Multidões foram às ruas de São Paulo acompanhar o cortejo que levou o corpo do ídolo ao seu descanso final. O tema da vitória e a Canção da América de Milton Nascimento foram os hinos de 1994.
Tenho poucas lembranças daquele dia, também um domingo, ainda era muito pequeno. Só sei que aquela foi a primeira vez que vi meu pai chorar. Lembro de vê-lo atônito em frente à televisão e não compreender bem como ele poderia chorar por alguém que nunca havia visto na vida.
Tragédias como essa têm o poder de tocar e mover as pessoas, tirá-las de seu estado natural de passividade, dar a elas uma sensação de pertencimento e união difíceis de explicar.
Mas, se por um lado a comoção popular têm a capacidade de despertar solidariedade e fraternidade; por outro, pode trazer à tona aquilo que há de mais primitivo e irracional em cada um de nós.
Nesta segunda-feira (29/3), completam-se exatos dois anos do dia em que a menina Isabella Nardoni foi atirada do 6º andar do prédio em que o pai e a madrasta moravam. Na noite de sexta-feira, já adentrando a madrugada de sábado, seus algozes, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, foram considerados culpados por um júri formado por iguais e um juiz de direito os sentenciou a longas penas. “A justiça foi feita”, nas palavras da mãe de Isabella, Ana Carolina de Oliveira.
Enquanto o juiz Maurício Fossen lia a sentença, transmitida ao vivo pelo rádio, rojões estouravam em frente ao Fórum de Santana. O tema da vitória, que automaticamente remete à imagem do capacete amarelo e dos punhos cerrados de Senna, dessa vez era a trilha sonora de um cenário medieval.
Não era só por justiça que a multidão que estampava a foto de Isabella em suas camisetas gritava. Em ritmo de funk, eles pediam: “Pega lá, pega lá, pega lá, o casal pra nós linchar (sic)”. Berros de “joga pela janela” e “cadeira elétrica neles” também eram facilmente ouvidos. Só faltaram as tochas, as foices e uma forca na frente do tribunal.
O que definitivamente não faltou foram carros de TV, câmeras, um emaranhado de cabos, fotógrafos e jornalistas, muitos jornalistas —incluindo o autor destas linhas.
O advogado Roberto Podval, alvo de frequentes hostilidades da massa ensandecida —inclusive tentativas de agressão— não conseguiu provar a inocência do casal. Era mesmo uma tarefa difícil. Mas propôs uma reflexão importante ao perguntar aos jurados: Será que chegaríamos ao mesmo resultado [a condenação dos réus] se a cobertura da imprensa tivesse sido diferente?
O promotor Francisco Cembranelli garantiu que não, que os réus já chegaram condenados ao julgamento não pela mídia ou pela sociedade, mas pelas provas.
É provável que Cembranelli tenha razão. Mas aqui cabe uma outra pergunta: a sociedade —ou a parte dela que ficou vidrada na TV, no rádio, nos jornais e na internet por cinco dias, e que aguardava há quase dois anos uma resposta para aquele crime bárbaro — aceitaria um resultado diferente? Uma absolvição, caso os jurados não tivessem ficado 100% convencidos da culpa dos réus?
A julgar pelo número de pessoas que correram atrás do camburão que levava o casal Nardoni de volta à prisão, mesmo após terem sido condenados dentro da lei, é difícil acreditar.
A defesa já adianta que tentará anular o júri. Se existirem razões júridicas para tanto e o Judiciário reconhecer que os réus tem o direito de serem julgados novamente, qual será a reação da massa?
É absolutamente compreensível que um caso atroz de violência como o de Isabella gere revolta e provoque nas pessoas uma sede por justiça. Mas foi exatamente para aplacar esse impulso de conseguir a justiça pelas próprias mãos que as sociedades conferiram ao Estado o monopólio do uso da força, criando um órgão imparcial —o Judiciário— para mediar os conflitos sociais.
Nesse contexto, o papel da imprensa não pode ser desconsiderado. Desde o início, por possuir características únicas, o caso Isabella tomou dimensões gigantescas. Os defensores da cobertura feita pela imprensa nos últimos dois anos, dizem que o jornalismo apenas entregou aquilo que o público demandava.
O jornalista Carlos Eduardo Lins e Silva, ex-ombudsman da Folha de S. Paulo, tem uma visão relevante sobre o tema: “Será que o jornalismo sério precisa mesmo entregar o que o público quer, ou diz querer?”. Para ele, além de atender à demanda do público, o jornalismo precisa liderar. “É preciso haver uma troca entre o meio de comunicação e seu consumidor para que o jornal atenda os desejos dos leitores, mas também ajude a melhorar a qualidade desses desejos”.
Na época da morte de Isabella, o Rio de Janeiro passava por uma grave epidemia de dengue. O número de mortos passou de 100 no Estado, grande parte delas, crianças. A tragédia do edifício London ofuscou a catástrofe da saúde pública no Rio.
Na semana que passou, os olhos do país estiveram concentrados no pequeno fórum da zona norte de São Paulo. Enquanto isso, chegou a 16 o número de crianças mortas por falta de UTI no Maranhão.
IBIRATAIA: NOTA DE ESCLARECIMENTO – CÂMARA DE VEREADORES
A Câmara Municipal de Ibirataia, por seu presidente legalmente constituído, vem a público agradecer as correções publicadas quando da denúncia de superfaturamente no contrato de suporte a internet dessa casa de leis. aproveitamos a oportunidade para informar os respectivos valores das notas fiscais dos meses de janeiro, fevereiro e março/2010, conforme segue abaixo:
REFERÊNCIA |
DISCRIMINAÇÃO |
VALORES |
JANEIRO/2010 |
NOTA FISCAL Nº 0149, DATADA DE 18/01/2010 |
200,00 |
FEVEREIRO/2010 |
NOTA FISCAL Nº 0164, DATADA DE 23/03/2010 |
200,00 |
MARÇO/2010 |
NOTA FISCAL Nº 0166, DATADA DE 25/03/2010 |
200,00 |
Ao mesmo tempo nos colocamos a inteira disposição para qualquer esclarecimento que se fizer necessário para o bom entendimento desta ou outra causa, porque temos responsabilidade com os recursos públicos, que esta câmara tem direito.
Vereadores Nena Passos e Gazo Brandão participam de reunião na Mina Santa Rita



















